

A decisão solicita esclarecimentos sobre os critérios utilizados na distribuição dos recursos e os mecanismos de controle e rastreamento da aplicação do dinheiro público. O ministro também pediu à Secretaria do Tesouro Nacional informações sobre a possibilidade de padronizar os códigos contábeis das emendas para facilitar o acompanhamento da destinação dos recursos.
Na decisão, Dino voltou a criticar a atuação de pessoas sem mandato parlamentar na indicação de emendas, afirmando que a Constituição prevê que apenas deputados e senadores em exercício podem apresentar e deliberar sobre esses recursos.
A medida faz parte das investigações conduzidas pelo STF sobre possíveis irregularidades na destinação de emendas parlamentares. Recentemente, o ministro determinou o bloqueio de recursos e bens de investigados apontados pela Polícia Federal por suposta participação em um esquema de direcionamento irregular de verbas públicas. As investigações seguem em andamento, e os envolvidos negam ter cometido irregularidades.
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