ARTIGOS

ADARY OLIVEIRA - A PRIVATIZAÇÃO DA CODEBA

O setor portuário da Bahia recebeu com excitada expectativa a notícia de que o Governo Federal cogita proceder a privatização da Companhia das Docas do Estado da Bahia (Codeba) incluindo-a na carteira do Programa de Investimentos (PPI). A Codeba não vem desempenhando a contento sua função principal de autoridade portuária noescoamento dos bens de produção devido as amarras que lhe são impostas pela burocracia estatal. As vinculas são de tal

SAMUELITA  SANTANA - É NATAL E O FUTURO PEDE UM XEQUE-MATE

Fora do meu habitat, sem direito a algumas boas regalias que a terrinha de São Salvador me proporciona, como o sol nosso de quase todo dia, o vento fresco, os burburinhos da noite chegando pela varanda, o saboroso acarajé na esquina que bem escolher e a praia logo ali, me pego aqui e acolá nos sobressaltos que esse “fuori posto” (fora de lugar) me traz. Como boa notívaga, depois de maratonar madrugada

JOSÉ MACIEL - JOE BIDEN E O AGRONEGÓCIO BRASILEIRO

Com a definição da eleição americana a favor do democrata Joe Biden ,  começam a surgir as primeiras análises e especulações  acerca dos impactos da escolha do candidato democrata sobre a economia brasileira em geral, e sobre o agronegócio nacional em particular. Cabe inicialmente fazer alusão a algumas premissas que serão destacadas neste exercício preliminar. Geralmente, alguns analistas admitem que , enquanto  os governos republicanos tendem adotar posições próximas de

ADARY OLIVEIRA - A NOVA GEOGRAFIA DO PETRÓLEO

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) emite mensalmente um completo e bem elaborado Boletim de Produção que neste mês de novembro completou 10 anos. Ressalta nas comemorações os grandes feitos relacionados com a produção de petróleo e gás natural de alto significado para a Nação Brasileira. Importante relembrar os esforços que desprendíamos nos anos 80 para superarmos o ambiente de altas taxas de juros, inflaçãoextrema e

JOSÉ MACIEL - O MERCADO JAPONÊS E O AGRONEGÓCIO BRASILEIRO

No último artigo, fizemos alusão a um estudo do professor Alexandre Mendonça de Barros, no qual a China e outros países asiáticos, além de nações do Oriente Médio, devem ser o alvo preferencial das políticas de conquista e manutenção de mercados para o agronegócio nacional. Sem desprezar os mercados dos EUA e da União Europeia , os nossos esforços deve se dirigir para a China, Hong Kong , Singapura ,

SAMUELITA SANTANA- PASSA UMA CARTA MAGNA AÍ POR FAVOR?

A missão assumida pelo deputado Ricardo Barros – PP  como líder do governo na Câmara, é fruto daquelas negociações do presidente Jair Bolsonaro com o Centrão, com escopo de ampliar sua base de sustentação e minimizar os inúmeros problemas de relacionamento entre o Executivo e o Congresso. Para quem não se lembra, Barros foi o relator da chamada Lei de Abuso de Autoridade que prevê, por exemplo, punições para magistrados,

JOSÉ MACIEL - MERCADOS RELEVANTES E PROMISSORES PARA O AGRONEGÓCIO BRASILEIRO

Em artigo integrante do livro “Geopolítica do alimento: o Brasil como fonte estratégica de alimentos para a humanidade”, editado pela EMBRAPA, o Professor Alexandre Mendonça de Barros, da FGV,  define três atributos ou componentes estruturais   para a análise do posicionamento estratégico das principais agriculturas no abastecimento mundial. No primeiro atributo , são listados os países com população urbana superior a 80 milhões de habitantes; o segundo inclui as economias com

ADARY OLIVEIRA- A VENDA DOS CAMPOS DE PETRÓLEO

A Petrobras continua firme na venda de ativos fora do eixo Rio de Janeiro – São Paulo, jogando todas as fichas da exploração e produção de petróleo e gás natural no pré-sal, concentração que não deixa de representar ponto de vulnerabilidade. A produção em terra é de menor custo e apesar de aplaudirmos os avanços do pré-sal, que já representa mais de 70% da produção nacional, a margem de contribuição

SAMUELITA SANTANA- QUE PAÍS RISÍVEL É ESSE?

Um Presidente da República que não tem papas na língua fala o que bem quiser. E, naturalmente, ouve o que bem não quer. Além de: correr o risco de não ser levado a sério, de perder credibilidade, de não respeitar liturgias que o cargo requer e de, claro, ser absolutamente contrariado pelos fatos que se colocam bem diferentes da sua fala. Quando Jair Bolsonaro alardeou ter acabado com a Lava Jato

ADARY OLIVEIRA- AULAS ON LINE OU PRESENCIAL?

Há tempos se discute qual o método mais adequado para ser usado nas aulas e muitos consideram que o velho costume do professor que faz simples exposição usando giz e lousa, projeção de transparência ou mesmo apresentação em Power Point com textos, gravuras ou filmes, técnicas superadas. Alegam o tempo perdido pelos alunosnos deslocamentos, ser impossível retirar os tablets e smartphones das salas, e difícil atrair a atenção ou motivar