

A pouco mais de dois meses da Copa do Mundo, o Palmeiras se vê pronto para enfrentar o assédio dos clubes a seus atletas. Reforça, inclusive, o desejo de permanência de alguns, como Flaco López, por exemplo, apesar da meta orçamentária de fazer quase R$ 400 milhões em vendas em 2026. Vê condições, no entanto, porque se preparou para isso. Somente em 2025, o Palmeiras fez R$ 653,2 milhões em receita bruta com a venda de atletas. Considerando os descontos, o valor ainda fica em R$ 602,2 milhões.
Essas negociações foram (mais uma vez) a maior fonte de receita do clube no ano, representando 40% do total arrecadado – depois vêm as premiações e os patrocínios. E ela cresceu 13% em relação ao ano anterior, de 2024, por causa das vendas de Vitor Reis, Estêvão e Richard Ríos.
Não à toa, o Palmeiras cita nas demonstrações financeiras do ano a consolidação do clube como referência mundial na formação e negociação de talentos. Em detalhes, foram R$ 576 milhões com o futebol profissional e R$ 26,2 milhões com o futebol de base. No futebol feminino, os valores de Amanda Gutierres não estão na conta porque entraram na previsão de receitas a receber em 2026.
Foto: Cesar Greco
Receita bruta das negociações de 2025: