

O ministro da Casa Civil, Rui Costa, comemorou nesta segunda-feira (30) os resultados de pesquisa do Datafolha que apontam crescimento da preferência pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva entre eleitores de centro. A declaração ocorreu durante agenda oficial em Salvador.
“Isso nos dá muita alegria, porque é a razão tomando conta da cabeça das pessoas”, afirmou o ex-governador da Bahia.
Rui também fez críticas indiretas a adversários na disputa presidencial, ao defender a análise do histórico dos candidatos.
“Não dá para alguém, ao raciocinar, considerar entregar o futuro do país a um candidato com o histórico, o currículo e a ficha corrida que o outro postulante à Presidência possui. É preciso ponderar o perfil de quem pretende governar o Brasil”, declarou.
Segundo o ministro, ainda há espaço para decisões baseadas no “bom senso” por parte do eleitorado.
“Quem sabe, nas próximas eleições, possamos ter maior diversidade de nomes, para que diferentes opiniões se manifestem”, completou.
Durante a agenda, que incluiu a entrega de ambulâncias e equipamentos de saúde, Rui evitou comentar o cenário político local envolvendo Zé Cocá, anunciado como vice na chapa de ACM Neto.
“Eu não vou tocar tema nenhum, não tenho imbróglio com ninguém. Eu apenas esclareci um histórico e contei os fatos, mas isso não vou tocar no assunto não, para mim isso não é relevante e não pretendo ficar comentando sobre isso mesmo”, afirmou.
Pré-candidato ao Senado pela Bahia, Rui Costa também anunciou que deixará o cargo na Casa Civil ainda nesta semana para se dedicar à campanha eleitoral.
“Eu deixo o Ministério na quinta-feira, quando o presidente Lula estará na Bahia, e eu aproveito para convidar vocês para acompanhar”, disse.
Na ocasião, o presidente deve cumprir agenda no estado com a inauguração de um conjunto habitacional do programa Minha Casa Minha Vida e visita às obras do VLT de Salvador.
O ministro destacou ainda os investimentos em mobilidade urbana e afirmou que a Bahia ocupa a segunda posição no país em extensão de sistemas de metrô e VLT, atrás apenas de São Paulo.
Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil



