Em entrevista ao programa Canal Livre, da TV Band, no último domingo (1º), Valdemar afirmou, “Tem gente aqui de São Paulo que me falaram essa semana, gente conhecida nossa aí, que pedia para os prefeitos comprar títulos, ações do Banco Master.”
Segundo Alencar Santana, o conteúdo da fala é “gravíssimo” e suficiente para justificar uma investigação formal e imediata, a fim de preservar elementos de prova e identificar autores, datas, municípios e instrumentos financeiros envolvidos.
A representação do deputado à PGR pede que Valdemar Costa Neto esclareça:
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Quem são as “pessoas de São Paulo” mencionadas;
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Quais prefeitos e municípios foram abordados, quando e por qual meio;
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Quais instrumentos financeiros estavam envolvidos (“títulos” e “ações”) e se havia intermediários, como corretoras ou assessorias.
Caso Banco Master
O Banco Master voltou a ganhar destaque após a prisão do banqueiro Daniel Vorcaro na última quarta-feira (4), durante a terceira fase da Operação Compliance Zero. A Polícia Federal aponta que Vorcaro liderava uma organização criminosa envolvida em fraudes financeiras, acesso ilegal a informações sigilosas e intimidação de críticos.
O banco é investigado por suspeita de emissão de títulos de crédito sem lastro, prática que teria causado prejuízos bilionários ao mercado financeiro. Parte dessas perdas foi coberta pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC), mecanismo que protege investidores em caso de falência de instituições financeiras.
Foto: Cleia Viana/Câmara dos Deputados







