terça, 10 de fevereiro de 2026
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EM 2025 A PRODUÇÃO INDUSTRIAL BAIANA CRESCEU APENAS 0,3%

Victoria Isabel - 10/02/2026 17:00

Em dezembro de 2025, a produção industrial (transformação e extrativa mineral) da Bahia, ajustada sazonalmente, registrou queda de 10,1% em comparação ao mês imediatamente anterior, após crescer 0,9% no mês de novembro. Na comparação com igual mês do ano anterior, a indústria baiana declinou 9,2%. No acumulado do ano de 2025, registrou crescimento de 0,3%, em relação ao ano de 2024. As informações fazem parte da Pesquisa Industrial Mensal (PIM) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

No acumulado de janeiro a dezembro, em comparação com igual período do ano anterior, a indústria baiana acumulou acréscimo de apenas 0,3%, com quatro das 11 atividades pesquisadas assinalando crescimento da produção. O segmento Derivados de petróleo (5,1%) registrou a maior contribuição positiva, graças ao aumento na produção de gasolina e óleos combustíveis. Outros segmentos que registraram crescimento foram: Máquinas, aparelhos e materiais elétricos (11,5%), Produtos de minerais não metálicos (5,5%) e Celulose, papel e produtos de papel (1,0%). Por sua vez, o segmento de Produtos químicos (-8,2%) exerceu a principal influência negativa no período, explicada especialmente pela menor fabricação de álcoois graxos e outros produtos químicos. Outros resultados negativos no indicador foram observados em Couro, artigos para viagem e calçados (-12,3%), Produtos alimentícios (-0,9%), Produtos de borracha e de material plástico (-1,7%), Bebidas (-3,9%), Metalurgia (-1,4%) e Indústrias extrativas (-0,5%).

No quarto trimestre de 2025, comparado com o mesmo período do ano anterior, a produção industrial baiana assinalou redução com taxa de -2,0%, após crescer 1,8% no terceiro trimestre. Entre o terceiro e quarto trimestres de 2025, os principais recuos ocorreram na produção de Refino de petróleo (de 6,9% para -1,6%), Produtos químicos (-4,1% para -13,5%) e em Máquinas, aparelhos e materiais elétricos (de 16,2% para -17,7%). Destacam-se os avanços em Produtos alimentícios (de 1,6% para 3,1%) e em Produtos de borracha e de material plástico (de -5,8% para 5,2%).

Foto: Polo Petroquimico/Divulgação

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