

O mercado de câmbio sofreu uma reviravolta nesta quarta-feira (4), com o dólar fechando em ligeira queda e na casa de R$ 5,66, depois de operar em alta ao longo de toda a sessão e superar R$ 5,77. Investidores acionaram expressivas ordens de vendas na reta final dos negócios, após o presidente da Câmara garantir que o Congresso não permitirá furo do teto de gastos.
Especulações de que seriam apresentadas emendas para deixar o Bolsa Família fora do teto de gastos aumentaram a pressão sobre o mercado de câmbio desde o fim da manhã, o que fez o Banco Central anunciar dois leilões de swap cambial tradicional, os quais resultaram em injeção líquida de US$ 2 bilhões nos mercados futuros de câmbio.
O mercado de câmbio sofreu uma reviravolta nesta quarta-feira (4), com o dólar fechando em ligeira queda e na casa de R$ 5,66, depois de operar em alta ao longo de toda a sessão e superar R$ 5,77. Investidores acionaram expressivas ordens de vendas na reta final dos negócios, após o presidente da Câmara garantir que o Congresso não permitirá furo do teto de gastos.
Especulações de que seriam apresentadas emendas para deixar o Bolsa Família fora do teto de gastos aumentaram a pressão sobre o mercado de câmbio desde o fim da manhã, o que fez o Banco Central anunciar dois leilões de swap cambial tradicional, os quais resultaram em injeção líquida de US$ 2 bilhões nos mercados futuros de câmbio.
O dólar à vista terminou com variação negativa de 0,07%, a R$ 5,6624 na venda. Na máxima, alcançada pouco depois das 13h, a cotação saltou 1,89%, para R$ 5,7732, nos picos desde novembro do ano passado.
Foto: ilustrativa