

A aprovação pelo Congresso Nacional da medida provisória 1.357/2026, que mantém zerada a alíquota do Imposto de Importação para compras internacionais de até US$ 50, foi recebida pela SHEIN como uma medida favorável aos consumidores brasileiros. A companhia considera que a decisão contribui para preservar o poder de compra e ampliar o acesso a produtos de diferentes categorias por meio do comércio eletrônico.
Em posicionamento divulgado após a aprovação, Felipe Feistler, Country Manager da SHEIN no Brasil, afirmou que a manutenção da regra representa um avanço para os consumidores, principalmente para as famílias de menor renda.
Segundo o executivo, a decisão amplia as possibilidades de escolha dos brasileiros e favorece um ambiente de consumo com maior diversidade de produtos e preços mais acessíveis. Para a empresa, a medida também reforça a importância de políticas que levem em consideração o impacto da tributação sobre o orçamento das famílias.
A discussão em torno do imposto sobre compras internacionais também ganhou força entre os consumidores ao longo dos últimos anos. De acordo com uma pesquisa nacional realizada pela PROTESTE em 2026, 92% dos entrevistados disseram considerar correta a retirada definitiva da chamada “Taxa das Blusinhas”. O levantamento apontou ainda que 75% avaliavam como injusta a cobrança do imposto sobre compras internacionais de até US$ 50.
Para a SHEIN, os resultados demonstram que existe uma demanda relevante da população pela manutenção de condições que permitam realizar compras de menor valor sem a incidência do imposto de importação. A empresa avalia que o impacto tende a ser ainda mais significativo entre consumidores das classes C, D e E, para os quais pequenas diferenças de preço podem influenciar diretamente as decisões de compra.
A companhia também destaca sua presença no mercado brasileiro. Atualmente, a SHEIN afirma reunir mais de 50 milhões de consumidores no país e contar com mais de 45 mil vendedores brasileiros em seu marketplace. A empresa diz manter investimentos em áreas como tecnologia, logística e desenvolvimento de negócios, além de iniciativas voltadas a empreendedores e parceiros locais.
A aprovação da medida ocorre em um momento de expansão do comércio eletrônico e de debate sobre as regras aplicadas às compras internacionais. Para a SHEIN, a manutenção do benefício para produtos de até US$ 50 pode contribuir para um mercado mais competitivo e ampliar as opções disponíveis aos consumidores.
A empresa afirma que continuará dialogando com autoridades, representantes do setor e demais partes interessadas para contribuir com a construção de regras consideradas equilibradas para o comércio eletrônico brasileiro. A companhia também reforça que pretende manter seus investimentos no país e ampliar sua atuação junto a consumidores e vendedores nacionais.
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