

A Bahia mais que triplicou as importações de produtos chineses nos primeiro sete meses de 2026. No período, as importações chinesas pularam de US$ 761 milhões de dólares para US$ 2,326 bilhões, um aumento de 205%.
Desse total, US$ 1,260 bilhões foram compras de automóveis elétricos e híbridos, representando 54% do que a Bahia comprou na China, conforme adiantou o economista Armando Avena sobre as mudanças no comércio exterior da Bahia, em seu artigo desta quinta-feira (13) no jornal A Tarde. Veja aqui.
A quase totalidade dessas importações foram feitas pela BYD, por conta da perspectiva do fim da isenção do imposto de importação para automóveis no sistema CKD, que se encerraria exatamente em julho, antecipou as importações.
Mas o governo renovou por mais seis meses as cotas de importação com alíquota zero para veículos CKD (totalmente desmontados) e SKD (semidesmontados), a partir de 1º julho de 2026, pelo prazo de 6 meses no total de US$ 463 milhões.
Com isso, a China desbancou os Estados Unidos e tornou-se o maior vendedor de produtos para a Bahia, vindo de lá 35% de tudo o que a Bahia compra do exterior.
As informações são da SEI – Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais.