

Em maio de 2026, o índice de atividades turísticas apontou decréscimo de 0,4% frente ao mês imediatamente anterior, após ter avançado 4,1% em abril. Com isso, o segmento de turismo se encontra 10,8% acima do patamar de fevereiro de 2020 e opera, em maio de 2026, 2,5% abaixo do ápice da sua série histórica, alcançado em dezembro de 2024.
Regionalmente, 13 dos 17 locais pesquisados acompanharam este movimento de queda verificado na atividade turística nacional (-0,4%). A influência negativa mais relevante ficou com São Paulo (-0,5%), seguido por Santa Catarina (-2,8%), Pernambuco (-2,6%) e Paraná (-1,5%). Em sentido oposto, Minas Gerais (1,4%) liderou os ganhos do turismo neste mês, seguido por Rio de Janeiro (0,1%) e Distrito Federal (0,4%).
Na comparação de maio de 2026 com o mesmo mês do ano anterior, o índice de volume de atividades turísticas no Brasil apresentou retração de 1,6%, terceiro resultado negativo seguido. Neste mês, foi pressionado, principalmente, pela queda na receita de empresas que atuam no ramo de transporte aéreo de passageiros. Em termos regionais, doze das dezessete unidades da federação onde o indicador é investigado mostraram queda nos serviços voltados ao turismo, com destaque para o Paraná (-7,7%), seguido por São Paulo (-0,9%), Pernambuco (-9,3%), Ceará (-13,4%) e Minas Gerais (-2,8%). Em contrapartida, Bahia (7,7%) e Rio de Janeiro (1,5%) exerceram os principais impactos positivos do mês, seguidos por Espírito Santo (3,5%), Mato Grosso (4,3%) e Rio Grande do Sul (1,0%).
No acumulado de janeiro a maio de 2026, o agregado especial de atividades turísticas mostrou variação negativa de 0,1% frente a igual período do ano passado, pressionado, sobretudo, pelas reduções de receitas obtidas por empresas dos ramos de serviços de transporte aéreo de passageiros; e de hotéis. Regionalmente, dez dos dezessete locais investigados também registraram taxas negativas, onde sobressaíram as perdas vindas de Minas Gerais (-5,6%), seguido por Santa Catarina (-5,1%), Pernambuco (-5,5%) e Paraná (-3,9%). Em sentido oposto, Rio de Janeiro (6,1%) liderou os ganhos do turismo, seguido por Bahia (3,5%) e São Paulo (0,3%).
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