quarta, 15 de julho de 2026
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VOLUME DE SERVIÇOS PRESTADOS NA BAHIA SEGUE EM ALTA, DIZ IBGE

Bruna Carvalho - 15/07/2026 13:00 - Atualizado 15/07/2026

O volume de serviços prestados na Bahia seguiu crescendo (2,2%) na passagem de abril para maio, na série com ajuste sazonal (que desconsidera eventos recorrentes como Natal, Páscoa etc.). Esta foi a segunda alta consecutiva para o estado no comparativo com o mês anterior, acelerando (aumentando mais) frente ao resultado registrado entre março e abril (0,3%). As informações são da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), do IBGE.

Nesse confronto, o desempenho dos serviços na Bahia ficou acima do verificado no Brasil como um todo, onde houve leve queda (-0,4%), e foi o 3º melhor entre os estados, abaixo apenas dos registrados em Acre (12,4%) e Alagoas (3,6%). Só 9 das 27 unidades da Federação tiveram resultados positivos. Por outro lado, Piauí (-4,3%), Amapá (-4,2%) e Paraíba (-3,9%) apresentaram as maiores retrações.

Na comparação com maio de 2025, o setor de serviços baiano também apresentou o segundo crescimento seguido no volume prestado (4,9%), acelerando frente a alta registrada em abril (1,3%).

O resultado da Bahia nesse comparativo também ficou acima do nacional (0,4%) e foi o 4º entre as 27 unidades da Federação, abaixo apenas de Alagoas (24,5%), Acre (13,5%) e Distrito Federal (8,3%). Frente a maio/25, 12 dos 27 estados mostraram crescimentos. Por outro lado, Amazonas (-9,5%), Maranhão (-8,4%) e Ceará (-7,0%) registraram as quedas mais intensas.

Com os resultados de maio, o volume de serviços prestados na Bahia tem crescimento de 1,0% no acumulado no ano de 2026. É o 12º desempenho entre os estados, ficando, porém, abaixo do índice nacional (1,9%).

Já nos 12 meses encerrados em maio, os serviços baianos sustentaram retração (-1,0%) pelo décimo mês consecutivo (caem desde agosto de 2025). Esse acumulado também está bem menor do que o nacional (2,6%) e é o 4º pior desempenho entre os estados, empatado com o Ceará (-1,0%) e acima apenas dos registrados em Amazonas (-4,8%), Tocantins (-2,0%) e Acre (-1,1%). Somente 6 das 27 unidades da Federação têm resultados negativos para os serviços, no acumulado em 12 meses.

Foto: Filipe Araújo/Fotos Públicas/Divulgação

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