

A Natura figura, pelo sétimo ano consecutivo, entre as 100 Marcas Mais Valiosas do Brasil, ocupando a 11ª posição do ranking Brand Finance Brasil 2026. A empresa também ocupa a 18ª colocação na categoria das 100 Marcas Mais Fortes do País, além de ser destaque entre as marcas do setor de beleza e cosméticos em ambas as listas. O levantamento é realizado pela consultoria britânica Brand Finance, referência global em avaliação de marcas. Além dos indicadores financeiros e de reputação, a companhia liderou os quesitos “Ambiental” e “Social”, dentro do recorte de sustentabilidade do estudo.
A categoria “Marcas Mais Valiosas” mede o valor financeiro do ativo a partir do cruzamento entre pesquisas de mercado e a metodologia de alívio de royalties (royalty relief) — abordagem internacionalmente reconhecida para a avaliação de bens intangíveis. Já a categoria “Marcas Mais Fortes” classifica as empresas pelo Brand Strength Index (BSI), um índice que vai de 0 a 100 e avalia investimentos em marketing, percepção de stakeholders e performance de negócio.
Tatiana Ponce, CMO e Head de Inovação da Natura e Avon, revela que o desempenho é reflexo de uma estratégia de marca construída com consistência, orientada por propósito, inovação e conexão com a sociedade. “Essa conquista mostra que o impacto ambiental e social é um motor de inovação que nos ajuda a avançar em várias dimensões: pesquisa e descoberta de novos ativos e benefícios de produto, valor compartilhado com comunidades da Amazônia e um convite ao consumo que faz bem às pessoas e ao planeta”.
Para a executiva, a liderança em Beleza e Cuidados Pessoais (CFT) na América Latina por nove anos consecutivos, segundo o Euromonitor, e o destaque na Brand Finance refletem a solidez dessa estratégia. “Mantemos nossa liderança unindo diferenciação e desejo. Enquanto evoluímos como uma organização multimarcas e omnicanal, atualizamos nossa linguagem para centralizar nossa essência: o Bem Estar Bem”, pontua Tatiana. “Por meio da ciência aplicada e da bioinovação, entregamos alta performance cosmética e benefícios, aperfeiçoando a experiência de compra em todos os canais com foco no longo prazo.”
No ano anterior, a Natura tornou seus compromissos socioambientais ainda mais ambiciosos com o lançamento da Visão 2050, que visa transformar a companhia em um negócio 100% regenerativo nos próximos 25 anos. Esse modelo de negócio baseia-se na parceria com 46 comunidades tradicionais, responsáveis pelo fornecimento de 52 bioinsumos aliados à conservação florestal, e na operação do Ecoparque, um complexo tecnológico que abriga um núcleo de inovação e empresas parceiras. Atualmente, os bioativos da floresta estão presentes em metade do portfólio da marca — com linhas renomadas como Ekos, Lumina e Chronos.
Além disso, a empresa acaba de anunciar o novo patamar do impacto positivo de sua operação, contabilizado financeiramente pela metodologia pioneira, Integrated Profit and Loss (iP&L). “O iP&L mensura em valor monetário fatores historicamente tratados como externalidades ou intangíveis, dividindo a mensuração em quatro capitais: social, humano, ambiental e financeiro. Hoje, para cada R$ 1 de receita, a Natura gera R$ 4 em benefícios socioambientais”, conclui Tatiana.
Crédito: Divulgação/Natura



