segunda, 27 de abril de 2026
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VEREADOR REBATE ATAQUES AO PÉ NA ESCOLA E DIZ QUE PT TENTA CRIAR PÂNICO COM MENTIRAS

João - 27/04/2026 08:20

O vereador Téo Senna (PSDB) afirmou que as matrículas do programa Pé na Escola já devem ser retomadas nesta segunda-feira (27), como foi anunciado pela Prefeitura de Salvador, e acusou a oposição municipal de tentar criar pânico nas famílias com informações falsas. Segundo ele, a movimentação ignora deliberadamente a realidade e contrasta com o silêncio diante de problemas estruturais da educação estadual, que há anos seguem sem solução.

“A oposição está agindo com covardia ao tentar espalhar medo entre as famílias de Salvador, mesmo com a Prefeitura tendo sido totalmente transparente sobre os problemas encontrados no programa e já tendo deixado claro e evidente que as matrículas serão retomadas normalmente a partir da próxima semana. Estão mentindo para criar pânico”, declarou.

O vereador também criticou o que chamou de “indignação seletiva” dos adversários. “Eu não vejo essa mesma revolta quando o assunto é a educação estadual, que enfrenta há anos problemas graves e nunca resolvidos. Nesse caso, sim, não há transparência alguma, e o Governo da Bahia não dá a menor satisfação ao povo. Falta de professores, escolas tradicionais sendo fechadas sem justificativa, baixos indicadores e falta de resposta efetiva. Isso sim deveria indignar, mas há um silêncio conveniente”, afirmou.

Para Senna, o episódio revela uma estratégia política recorrente. “O que estamos vendo é, na verdade, uma tentativa de manipular as famílias, incitar uma comoção artificial para explorar politicamente a situação em um ano eleitoral. É a forma como sempre agem: usam as pessoas como instrumento, sem compromisso real com os problemas”, disse.

O vereador destacou que o Pé na Escola é um case de sucesso nacional e uma das principais políticas educacionais da capital. “É um programa consolidado, que já tem quase 10 anos e foi fundamental para ampliar o acesso à educação infantil em Salvador. Colocou milhares de crianças na escola e deu suporte às famílias quando a rede pública não conseguia atender toda a demanda”, afirmou.

Foto: Antônio Queirós (Ascom/CMS)

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