

A Petrobras negou que haja defasagem relevante nos preços dos combustíveis em relação ao mercado internacional e afirmou que mantém sua política de reajustes baseada em critérios técnicos. A manifestação foi feita após questionamento da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), motivado por declarações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre evitar repasses ao consumidor diante da alta do petróleo.
A estatal também contestou estimativas de agentes do mercado que apontam descontos expressivos no diesel e na gasolina frente aos preços internacionais. Dados da Abicom indicavam diferença de até R$ 3,05 por litro no diesel e R$ 1,61 na gasolina.
Segundo a empresa, os reajustes não seguem periodicidade fixa e consideram fatores como custos de refino, logística e estabilidade do mercado interno. A Petrobras destacou ainda medidas recentes, como o aumento no preço do diesel e a participação em programa de subvenção, e reafirmou o compromisso com a saúde financeira e a governança da companhia.
fonte: Estadão Conteúdo
foto: Reprodução