O Senado deverá ter quatro CPIs, informou o presidente da Casa, Rodrigo Pacheco: a das ONGs na Amazônia, do crime organizado e duas do MEC.
A CPI proposta pela base do governo é para investigar obras inacabadas na gestão do PT, que governou entre 2003 e 2013. Já a CPI requerida pela oposição tem objetivo de apurar denúncias de corrupção nos repasses de verbas públicas que envolve pastores que atuavam no Ministério da Educação durante o governo Bolsonaro.
Mas o líder do governo, Carlos Portinho (PL-RJ), disse que a maioria das lideranças partidárias optou pela instalação das CPIs após as eleições de outubro. Já o líder da oposição, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), não descartou recorrer ao Supremo Tribunal Federal, argumentando que a CPI é um instrumento das minorias parlamentares e que não há lista cronológica para instalação de comissões parlamentares de inquérito.
Fonte: Agência Senado
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