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‘ORÇAMENTO DE GUERRA’: REIS AVALIA ENFRENTAMENTO DA PANDEMIA E DIZ QUE SE MANTÉM NO ‘SINAL AMARELO’

Redação - 16/09/2021 10:29

O prefeito Bruno Reis avaliou, nesta quinta (16), o enfrentamento de Salvador à pandemia do coronavírus. Com pouco menos de 9 meses completos de gestão, após suceder o ex-prefeito ACM Neto (DEM), Bruno afirmou que ainda que Salvador viva uma situação “mais confortável”, é preciso continuar com o “sinal amarelo” para evitar um recrudescimento da situação sanitária.

Com cerca de 18 meses após os primeiros casos oficiais de Covid-19, a capital baiana começa a dar sinais de recuperação econômica e cada vez mais baixos os números de novos casos da doença.

“Esses nove meses não foram fáceis, principalmente naquele momento crítico entre março e maio onde enfrentamos uma segunda onda da pandemia com toda a intensidade, e graças ao trabalho do prefeito, de toda equipe e do comprometimento da população, que adotou as nossas decisões, conseguimos passar por esse momento. Desde então, os números estabilizaram e depois passaram a cair. E vem caindo dia a dia, sem sombra de dúvidas pelo avanço da vacinação”, pontuou em entrevista à rádio A Tarde FM. “Já imunizamos 96% da população adulta em primeira dose e 52% estão totalmente imunizados”.

O prefeito também avaliou os gastos, no que considerou que a capital fez um ‘orçamento de guerra’ para conseguir enfrentar a crise sanitária e, consequentemente, econômica. “Ano passado foi autorizado extrapolar o teto de gastos, fizemos o orçamento de guerra, Salvador recebeu em torno de R$ 534 milhões para o combate à pandemia e todos os leitos foram habilitados. Já nesse ano recebemos pouco mais de R$ 70 milhões para enfrentar uma onda de maior gravidade. De recursos próprios, a Prefeitura de Salvador investiu só nesse ano algo em torno de R$ 200 milhões em tendas, leitos e gripários. É muito dinheiro e efetivamente não temos condições de fazer investimentos expressivos como esses. Estamos aguardando que o governo federal possa de alguma forma compensar esses gastos ao longo desse ano”, ponderou.

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