Em entrevista coletiva concedida nesta segunda-feira (1), o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, afirmou que os EUA faz uma grande diferença no aprimoramento da saúde pública em todo o mundo e não gostaria de romper com o país. A declaração vem após o presidente americano Donal Trump ameaçar retirar o país da Organização. As informações são do G1.
Para o mandatário americano, a OMS é controlada pela China, e falhou em promover as reformas desejadas pelo governo dos EUA. Ainda assim, Trump precisará ainda do aval do congresso para romper formalmente com a entidade. Ele preferiu não responder perguntas sobre o assunto.
Todo ano, os EUA destinam cerca de US$ 450 milhões à OMS. No entanto, no último sábado (30), ao anunciar que romperia com a entidade máxima da Saúde, Trump afirmou que redirecionaria esse dinheiro à outras organizações de saúde, sem esclarecer quais.