Devastada pela Lava Jato, a empreiteira OAS, que já foi uma das maiores do Brasil, corre risco de falência. Seguidos alertas sobre a grave situação da OAS têm sido feito nos últimos meses pela administradora judicial nos autos do processo de recuperação do grupo, aponta reportagem da Folha. Em um dos documentos, do mês de abril, a administradora judicial Alvarez & Marsal, umas das mais importantes do setor, afirma textualmente colocar em dúvida ‘a capacidade de soerguimento das suas atividades empresariais. No último aviso, de junho, declara que a situação de liquidez do grupo está em ‘estágio crítico’ e que tem hoje uma grande dependência de recursos extraordinários, obtidos com a venda de ativos e de antecipação de precatórios, uma vez que a receita proveniente dos canteiros de obras tem sido baixíssima. A situação de liquidez do grupo está em estágio crítico e a empresa tem hoje uma grande dependência de recursos extraordinários, obtidos com a venda de ativos e de antecipação de precatórios.