O comércio baiano fechou o primeiro semestre de 2018 com saldo negativo de 3.461 postos de trabalho. O número aponta o volume de demissões no período. A informação foi divulgada hoje, pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), que analisou os números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).
O desempenho do comércio contrasta do quadro geral do mercado de trabalho baiano, tendo sido o único a fechar vagas no acumulado dos primeiros seis meses do ano. Os setores de serviços (+8.664 postos), agropecuária (+8.380 postos), indústria de transformação (+2.749 postos), administração pública (+1.846 postos), serviços industriais de utilidade pública (+1.009 postos), construção Civil (+889 postos) e extrativa Mineral (+357 postos) puxaram a geração de vagas e fizeram com que a Bahia encerrasse o período de janeiro a junho com a geração de 20.433 novos postos de trabalho.
O comércio, intensivo em mão de obra, se ressente da lenta retomada da economia, que ainda patina e demora mais que o previsto para engrenar recuperação.