BAHIA SOFRE COM FALTA DE SANEAMENTO EM RESIDÊNCIAS DE ÁREAS DE RISCO  

BAHIA SOFRE COM FALTA DE SANEAMENTO EM RESIDÊNCIAS DE ÁREAS DE RISCO   

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística(IBGE), dos domicílios em área de risco na Bahia, 1,7% viviam sem abastecimento de água por rede geral, sendo o estado com a melhor taxa de abastecimento da Região Nordeste. Maranhão (20,4%) e Alagoas (16,3%) apresentaram as maiores concentrações de pessoas expostas em áreas de riscos sem abastecimento de água por rede geral do Nordeste.

A análise das condições dos domicílios expostos segundo as formas de abastecimento de água é relevante para estudos de risco de desastres, pois o acesso ao abastecimento de água sem rede geral pode propiciar o aumento da saturação do terreno, especialmente em caso de acesso informal, o que pode levar à consequente maior potencialização de movimentos de massa. A identificação das formas de abastecimento também pode auxiliar na caracterização do entorno das áreas onde estão localizados esses domicílios, bem como indicar situações especiais de precariedade e maior exposição ao risco.

Entre as regiões do Brasil destaca-se a Região Norte, que apresentou a maior concentração de pessoas expostas em áreas de riscos sem abastecimento de água por rede geral (26,3%), seguida pela Região Sul, com a segunda maior quantidade de população (8,5%) em áreas de risco sem abastecimento de água por rede geral. Na Região Nordeste, 6,7% da população em áreas de risco não possuía abastecimento de água por rede geral; Na Região Centro-Oeste, 3,9%, e na Região Sudeste, 4,5% da população em áreas de risco não possuía este serviço.

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