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CUIDADOS COM PARENTES IDOSOS É O QUE MAIS CRESCE NA BAHIA

Redação - 18/04/2018 15:59

Quando se consideram apenas os cuidados com outros moradores do próprio domicílio ou parentes que moram em outro domicílio, as desigualdades entre mulheres e homens também são significativas tanto na Bahia quanto no país como um todo. Segundo o IBGE, no estado, em 2017, 31,4% das pessoas de 14 anos ou mais de idade (ou 3,9 milhões em números absolutos) realizavam esse tipo de tarefa, percentual que era de 38,5% entre as mulheres (2,5 milhões) e de 23,3% entre os homens (1,4 milhão).

No país como um todo, 31,5% das pessoas de 14 anos ou mais de idade realizaram cuidados de moradores do domicílio ou de parentes não moradores em 2017 (49,1 milhões de pessoas). Essa taxa era de 37,0% entre as mulheres e de 25,6% entre os homens. A maior parte dos que cuidam de pessoas no próprio domicílio, na Bahia, informaram cuidar de crianças de 0 a 5 anos (50,7% das 3,5 milhões de pessoas que realizavam essa tarefa no estado) e de 6 a 14 anos (informado por 48,7% dos que cuidam de pessoas).

O cuidado com idosos, de 60 anos ou mais de idade, era o menos representativo: foi informado por 9,2% dos que realizavam cuidados de pessoas na Bahia, no ano passado. Entretanto, o número de pessoas que disseram cuidar de parentes idosos foi o que mais cresceu no estado entre 2016 e 2017, passando de 246 mil para 324 mil pessoas (+37,1%).

Dentre as atividades realizadas no cuidado com outras pessoas no domicílio, na Bahia e no Brasil como um todo, a mais citada, em geral, por mulheres e homens, foi “monitorar ou fazer companhia dentro do domicílio”. No estado, “auxiliar nos cuidados pessoais” aparece em segundo lugar no geral e para as mulheres. Para os homens, a segunda atividade mais citada foi “ler, jogar ou brincar”.

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