

No Dia da Indústria, o papel estratégico do setor se reafirma como base do desenvolvimento econômico brasileiro. Em 2025, a indústria respondeu por 23,4% do PIB nacional, segundo a CNI com dados do IBGE, sendo um dos principais motores da economia, da geração de empregos e da inovação tecnológica do país, além de ter papel central nas exportações. Na petroquímica, esse protagonismo se materializa no fornecimento contínuo de insumos essenciais para cadeias produtivas estratégicas, que sustentam setores como saúde, saneamento, infraestrutura, energia, alimentos e bens de consumo. E é neste cenário que empresas como a Braskem fazem a diferença.
“A indústria petroquímica atua na base da cadeia produtiva. E as soluções da Braskem estão presentes no dia a dia das pessoas, por meio de aplicações que garantem desde a segurança alimentar até o avanço da medicina”, afirma Carolina Viana, Vice-presidente Industrial da América do Sul da companhia. “E manter essa engrenagem funcionando exige muito conhecimento, além de eficiência operacional e compromisso inegociável com segurança e inovação”.
Com uma operação global formada por 39 unidades industriais, sete centros de inovação e mais de 8.200 integrantes, a Braskem atua com 14 escritórios comerciais espalhados pelo mundo que atendem clientes em cerca de 70 países. Sua infraestrutura produtiva sustenta um portfólio diversificado com mais de 100 produtos, incluindo polietileno, polipropileno, PVC, químicos básicos e especialidades, fundamentais para aplicações que vão da produção de medicamentos e embalagens alimentícias a obras de saneamento e habitação.
Competitividade, escala e resposta estratégica
Em um cenário global marcado por volatilidade e pressão competitiva, a Braskem direciona seus investimentos para a modernização industrial, além de eficiência operacional e inovação, com foco em manter a competitividade e a confiabilidade das suas operações. Em 2025, a companhia realizou investimentos corporativos de cerca de US$ 434 milhões e registrou avanços relevantes de segurança de pessoas, de modo a alcançar uma taxa CAF + SAF de 0,80 por milhão de horas-homem trabalhadas — um indicador que consolida a frequência de acidentes com e sem afastamento —, o melhor desempenho dos últimos quatro anos.
“A competitividade industrial depende da capacidade de evoluir continuamente, de modo a combinar escala, eficiência e responsabilidade”, destaca Carolina. “Nossa resposta estratégica aos desafios atuais passa por otimizar recursos, garantir a integridade de nossos integrantes e processos, e investir em soluções operacionais cada vez mais eficientes”, completa.
E a atuação da Braskem tem gerado resultados que vão além da operação direta, ao sustentar uma ampla cadeia produtiva que envolve fornecedores, logística, serviços técnicos, transformadores plásticos e cooperativas de reciclagem. Em 2025, a atuação junto às cooperativas beneficiou 680 catadores e resultou na comercialização de 16 mil toneladas de resíduos, sendo 3,8 mil toneladas de plástico.
Transição industrial e soluções de origem renovável
A indústria é também peça-chave na transição para uma economia de baixo carbono, já que atua em áreas como: energias renováveis, biocombustíveis, mobilidade elétrica e economia circular. As adaptações do setor aos desafios climáticos passam por investimentos estruturantes. Nesse contexto, a Braskem avança por meio de seu Programa de Descarbonização Industrial, que orienta iniciativas em eficiência energética, eletrificação de processos e uso de fontes renováveis. Em 2025, 85% da eletricidade adquirida pela companhia teve origem renovável. E, até 2030, a Braskem tem como objetivo reduzir em 15% as emissões de gases de efeito estufa em suas operações.
Esse movimento também se reflete no portfólio da companhia. O Wenew, ecossistema que reúne produtos, tecnologias e iniciativas para impulsionar a economia circular, superou 82 mil toneladas em vendas no último ano e conta com mais de 90 grades de resinas e produtos químicos disponíveis. Na frente de renováveis, a Braskem mantém capacidade nominal de produção de 275 mil toneladas anuais de bioeteno, na unidade de Triunfo (RS), utilizado na produção do portfólio I’m green™ bio-based.
O conjunto dessas iniciativas evidencia o papel da indústria petroquímica como vetor essencial de desenvolvimento, competitividade e transição para uma economia de baixo carbono. “O setor petroquímico manteve sua contribuição econômica por meio da continuidade operacional, do desenvolvimento sustentável, da realização de investimentos estruturantes e da sustentação de uma extensa cadeia de fornecedores, clientes e serviços associados. Seguiremos em frente com o objetivo de manter a indústria cada vez mais presente e forte no país”, finaliza Carolina.
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