

A Bahia alcançou um marco histórico na redução da desigualdade social e se consolidou como o estado menos desigual do Nordeste, segundo dados da PNAD Contínua divulgados pelo IBGE. “Entre 2021 e 2025, o Índice de Gini caiu de 0,543 para 0,466, colocando o estado na quinta posição nacional entre as unidades federativas com menor desigualdade”, destaca o deputado estadual Rosemberg Pinto (PT) e, acrescenta: “o recuo de 0,077 pontos foi o segundo maior do país e superou com folga as médias nacional e regional”.
O avanço também veio acompanhado de crescimento expressivo da renda e da massa salarial dos trabalhadores baianos. Em quatro anos, o volume total de salários pagos no estado saltou de R$ 7,7 bilhões para R$ 14,6 bilhões mensais, crescimento nominal de 88,4%, acima do registrado nacionalmente. O rendimento domiciliar per capita atingiu R$ 1.452 em 2025, maior valor da série histórica iniciada pelo IBGE em 2012.
Para o líder do governo Rosemberg Pinto, os números refletem uma combinação entre políticas públicas permanentes, fortalecimento do mercado de trabalho e ampliação dos investimentos sociais, com o reforço da parceria Bahia-Brasil e o apoio do presidente Lula. Segundo ele, a Bahia demonstra que crescimento econômico pode caminhar junto com inclusão social e distribuição de renda.
Rosemberg destacou ainda que a participação da renda do trabalho na composição da renda domiciliar aumentou de 67% para 67,7%, enquanto a dependência de programas sociais diminuiu no período. Para o parlamentar, esse movimento mostra que mais baianos passaram a acessar oportunidades de emprego, renda e empreendedorismo.
O levantamento do IBGE mostra ainda que a Bahia concentra hoje 25,8% de toda a massa salarial do Nordeste, mantendo a maior participação regional. O estado também alcançou o menor Índice de Gini de sua série histórica e registra o quarto ano consecutivo de redução da desigualdade social.



