sexta, 08 de maio de 2026
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MDNE REGISTRA LUCRO RECORDE DE R$ 156 MILHÕES NO PRIMEIRO TRIMESTRE

João - 08/05/2026 10:35

A MDNE (MDNE3), incorporadora líder do Nordeste, reportou à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), nesta quarta-feira (06/05), resultados recordes do primeiro trimestre de 2026. O desempenho reforça a consistência de seu modelo de crescimento com rentabilidade.

No período, a Companhia registrou Lucro Líquido de R$ 155,5 milhões, o maior de sua história para um trimestre. A Margem Líquida foi de 24,8% e o ROAE (Retorno sobre o Patrimônio Líquido Médio) atingiu 27,2%. A estrutura financeira segue conservadora, com Dívida Líquida equivalente a 4,0% do Patrimônio Líquido, evidenciando disciplina na gestão de capital e baixo nível de alavancagem.

A Receita Líquida somou R$ 627,8 milhões, alta de 43,0% na comparação anual. O EBITDA (Lucros Antes de Juros, Impostos, Depreciação e Amortização) ajustado foi de R$ 168,4 milhões, com margem de 26,8%. A Margem Bruta alcançou 40,0%, refletindo ganhos de eficiência operacional e controle de custos, mesmo em um cenário desafiador para a construção civil.

No operacional, a MDNE manteve forte ritmo de crescimento. Os Lançamentos totalizaram R$ 1,3 bilhão em VGV (Valor Geral de Vendas), mais de três vezes superior ao registrado no mesmo período do ano anterior, com diversificação entre segmentos e regiões e incluindo os primeiros projetos da marca Ún1ca.

As Vendas e Adesões Líquidas superaram R$ 1,0 bilhão, avanço de 87,7% frente ao primeiro trimestre do ano anterior. A comercialização foi sustentada por baixo nível de distratos (4,1%) e VSO (Vendas Sobre Oferta) de 52,4% nos últimos 12 meses mantendo por mais um trimestre o indicador que responde pela velocidade de vendas em patamar elevado, indicando demanda resiliente e qualidade comercial.

A Companhia encerrou o trimestre com R$ 3,8 bilhões em estoque, sendo apenas 3,3% deste total em unidades concluídas. O landbank soma R$ 10,4 bilhões em VGV potencial, sustentado majoritariamente por aquisições em permuta (75%) e apenas 25% em desembolso em caixa, o que contribui para a eficiência na alocação de capital e preservação de liquidez.

“Ao longo dos últimos anos, temos reforçado uma ideia que, embora simples, nem sempre é comum no setor: resultado consistente é consequência de método. O primeiro trimestre de 2026 confirma isso de maneira bastante clara”, ressalta Diego Villar, CEO da MDNE.

Mesmo diante de pressões estruturais do setor, como escassez de mão de obra e aumento de custos, a MDNE preservou margens e eficiência, apoiada em seu modelo operacional. “O que vemos hoje é menos sobre um trimestre forte e mais sobre um padrão que se consolida: crescimento com rentabilidade, expansão com controle de risco e escala sem perda de eficiência”, explica Villar.

Os números do trimestre reforçam a capacidade da MDNE de combinar crescimento, rentabilidade e disciplina na alocação de capital, sustentando a geração de valor para o acionista.

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