

O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, afirmou neste domingo (1º) que a morte do líder supremo Ali Khamenei é uma “declaração de guerra contra os muçulmanos” e falou em “vingança legítima” contra os Estados Unidos e Israel.
Alireza Arafi foi nomeado neste domingo (1º) como membro jurista do Conselho de Liderança do Irã, órgão encarregado de desempenhar o papel do líder supremo até que a Assembleia de Peritos eleja um novo líder, informou a agência de notícias ISNA.
Membro do Conselho dos Guardiães e membro do clero, Arafi fará parte do Conselho de Liderança temporário ao lado do Presidente Masoud Pezeshkian e do Juiz-Chefe Gholamhossein Mohseni Ejei.
“O assassinato do grande comandante da comunidade islâmica é uma guerra aberta contra os muçulmanos, especialmente os xiitas em todas as partes do mundo. (…) A República Islâmica do Irã considera a vingança e a responsabilização dos autores e mandantes deste crime um dever e um direito legítimo”, afirmou o presidente do Irã em pronunciamento oficial lamentando a morte de Khamenei.
Khamenei foi morto em um bombardeio coordenado entre EUA e Israel contra o complexo presidencial onde ele estava na madrugada de sábado (28). A morte foi confirmada pelo Irã apenas horas depois, já no final da noite.