

Os mercados internacionais operam em alta nesta quarta-feira (18), com os futuros de Nova York avançando após sessões recentes de volatilidade no setor de tecnologia. Investidores aguardam a divulgação da ata da última reunião do Federal Reserve e mantêm no radar o índice de preços de gastos com consumo, o PCE, na sexta-feira.
Após meses de forte valorização impulsionada pelo entusiasmo com inteligência artificial, as bolsas americanas passaram por correção diante de dúvidas sobre o retorno dos investimentos no setor. O apetite por risco melhorou na sessão de terça, em movimento que indica poder continuar hoje.
Estados Unidos
Os futuros dos principais índices americanos sobem no pré-mercado. Com a agenda carregada na segunda metade da semana, os mercados tendem a operar em compasso de espera até a divulgação do PCE, indicador que pode recalibrar as apostas sobre o rumo da política monetária nos EUA. Enquanto isso, o setor de software segue no radar. Na véspera, ações como CrowdStrike (-3,6%) e ServiceNow (-1,1%) recuaram, refletindo cautela sobre o impacto da inteligência artificial nos modelos de negócios.
Ásia-Pacífico
As bolsas da Ásia e do Pacífico encerraram o pregão majoritariamente em alta, enquanto parte relevante da região permaneceu fechada por feriados de ano-novo. Os mercados da China continental seguem fechados e permanecem sem negociações até 23 de fevereiro. Hong Kong, Taiwan e Coreia do Sul também não operaram nesta sessão.
Os ganhos na região vieram após leves altas registradas em Nova York na véspera, com recuperação parcial das ações de tecnologia.
Europa
Na Europa, os principais índices também avançam nesta manhã. O movimento acompanha o desempenho positivo da Ásia e dos futuros americanos, com investidores reavaliando posições no setor de tecnologia e buscando maior diversificação setorial.
Commodities
Entre as commodities, o ouro à vista sobe 1%, para US$ 4.925,98 a onça, recuperando parte das perdas recentes. O petróleo também avança, enquanto o Bitcoin opera perto da estabilidade.
REUTERS/Jeenah Moon/Arquivo
(Com Reuters e Bloomberg)