

Os futuros de Wall Street sobem nesta quinta (12) após dados fortes de emprego nos EUA levarem o mercado a adiar a expectativa de corte de juros pelo Fed para julho. Agora, investidores aguardam o CPI de sexta (13), que pode reforçar a manutenção dos juros altos.
Estados Unidos
Mais dados sobre o mercado de trabalho serão divulgados nesta quinta, incluindo o número mais recente de pedidos de auxílio-desemprego semanais. O relatório de vendas de imóveis residenciais usados também será divulgado. No pregão estendido, as ações da Cisco Systems despencaram cerca de 7% após o lucro não atingir as expectativas. Já as ações do McDonald’s recuaram ligeiramente, apesar de superarem as estimativas de lucro.
Veja o desempenho dos mercados futuros:
Ásia-Pacífico
O índice Nikkei 225, do Japão, atingiu nesta quinta a marca de 58.000 pontos pela primeira vez na história, estendendo sua recuperação pós-eleitoral a novos patamares, impulsionada pela renovada confiança na política interna e na agenda econômica do governo. No entanto, o índice posteriormente perdeu força e fechou com leve baixa, a 57.639 pontos. As ações japonesas registraram várias novas máximas nos últimos dias, impulsionadas pelo chamado ” mercado Takaichi ”, após a vitória esmagadora da primeira-ministra Sanae Takaichi na Câmara Baixa, disseram analistas de mercado.
Europa
Os mercados europeus operam em alta, com os investidores aguardando mais uma grande leva de balanços corporativos. A quinta-feira promete ser movimentada, com a divulgação de resultados de empresas como Siemens, L’Oréal, Anheuser-Busch InBev, British American Tobacco, Mercedes-Benz Group, Adyen e Deutsche Börse. Além dos balanços, também estão no radar os dados do PIB e da produção industrial do Reino Unido referentes ao quarto trimestre, que serão divulgados em breve.
Commodities
Os preços do petróleo operam em alta pelo segundo dia consecutivo, com os investidores focados nas tensões entre os EUA e o Irã, que ofuscaram os sinais de aumento da oferta. As cotações do minério de ferro na China fecharam em baixa, com a queda nas vendas de automóveis e dados decepcionantes de consumo da China reforçando as evidências de fraca demanda interna no maior consumidor mundial de aço.
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