quarta, 11 de fevereiro de 2026
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IBOVESPA SOBE 15% EM 2026 E TESTA MÁXIMA HISTÓRICA; VEJA ANÁLISE

João Paulo - 11/02/2026 08:00 - Atualizado 11/02/2026

O Ibovespa (IBOV) segue como um dos principais destaques positivos entre os mercados emergentes em 2026, acumulando valorização de 15,39% no ano e renovando a máxima histórica em 187.333 pontos nas últimas semanas. Mesmo após a forte trajetória de alta, o índice apresentou leve acomodação na última sessão, com recuo de 0,17%, encerrando aos 185.929 pontos. O movimento recente sugere um período de consolidação após a renovação de topo, sem comprometer, até aqui, a estrutura altista.

No curto prazo, o cenário segue de força, com o mercado sustentado acima dos 180 mil pontos, embora já apresente condição técnica mais esticada. O IFR (14) no gráfico diário marca 72,10, em região de sobrecompra, enquanto no semanal o indicador avança para 84,29, reforçando o alerta para possíveis correções técnicas ou realizações pontuais. Ainda assim, tanto no diário quanto no semanal, o índice permanece acima das principais médias móveis, mantendo a tendência de alta como leitura predominante.

Para entender até onde o Ibovespa (IBOV) pode ir, confira a análise técnica completa e os principais pontos de suporte e resistência.

Análise técnica Ibovespa (IBOV)

No gráfico diário, sigo observando uma forte tendência de alta, com o índice renovando máximas nas últimas semanas e atingindo o recorde histórico em 187.333 pontos. Após esse movimento, o mercado entrou em um processo de consolidação lateral, sinalizando acomodação natural depois de um rali consistente. O fechamento mais recente aos 185.929 pontos, com leve queda de 0,17%, não altera a estrutura principal. Os preços continuam acima das médias móveis de 9 e 21 períodos, preservando o viés altista. No entanto, o IFR (14) em 72,10 indica sobrecompra e sugere possível perda momentânea de fôlego. Para que o índice retome força e dê sequência ao movimento de alta, será fundamental superar novamente a máxima histórica em 187.333 pontos. Acima desse nível, projeto alvos em 190.065, 192.765 e 195.460 pontos. Por outro lado, para que se configure um fluxo vendedor mais consistente no curto prazo, o IBOV precisará romper inicialmente a faixa de suporte entre 180.088 e 177.741 pontos. Abaixo desse intervalo, aumenta o risco de correção mais profunda, com projeções em 171.815, 166.467 e 161.765 pontos.

Análise de médio prazo

No gráfico semanal, mantenho a leitura de tendência de alta consolidada. Caso o índice confirme o fechamento positivo nesta semana, poderá registrar a sexta semana consecutiva de alta, reforçando a predominância do fluxo comprador. Em 2026, o IBOV já avança 15,39%, negociando próximo dos 185.929 pontos, muito perto da máxima histórica em 187.333 pontos. Os preços seguem acima das médias móveis de 9 e 21 períodos, sustentando a estrutura altista no médio prazo. Contudo, chama atenção o afastamento relevante em relação às médias, caracterizando um movimento esticado de alta. O IFR (14) em 84,29, já em região elevada de sobrecompra, aumenta a probabilidade de correções técnicas ou realizações parciais. Para que o mercado ganhe novo impulso estrutural, será decisiva a superação consistente dos 187.333 pontos. Acima desse patamar, trabalho com projeções em 190.000, 193.875, 196.945, 200.000 e 203.175 pontos. Em contrapartida, uma mudança mais relevante no fluxo dependerá do rompimento da faixa entre 178.795 e 164.725 pontos. Abaixo desse intervalo, o risco de correções mais profundas no médio prazo aumenta de forma significativa. (Infomoney)

Imagem de Csaba Nagy por Pixabay

 

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