

Em celebração ao Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência, comemorado em 11 de fevereiro, a Suzano, maior produtora mundial de celulose e referência global na fabricação de bioprodutos desenvolvidos a partir do eucalipto, destaca o protagonismo feminino nas operações da empresa nas áreas de ciência, tecnologia e inovação.
Uma das representantes da força feminina no setor científico da empresa é Elayne Galvão, de 33 anos, que está à frente da Coordenação de Experimentação Florestal (CEF) nas unidades de Mucuri (BA) e Aracruz (ES). Elayne coordena a operação de todos os testes, ensaios e experimentos da área florestal, garantindo rigor científico na implantação, avaliação e consolidação de dados que subsidiam decisões estratégicas.
“Minha atuação conecta pesquisa aplicada e operação nas frentes de manejo, proteção florestal, sanidade, fertilidade do solo e melhoramento genético. Implantamos experimentos, avaliamos resultados e estruturamos dados que orientam decisões sobre adubação, escolha de materiais genéticos mais resilientes e estratégias sustentáveis de controle de pragas”, explica a profissional.
Elayne destaca que o time coordenado por ela é formado por muitas mulheres e que conta ainda com um corpo técnico terceirizado com cerca de 50% de mulheres atuando em diferentes frentes. É nesse ambiente de laboratório, viveiro e campo que o protagonismo feminino na ciência se materializa na Suzano, contribuindo diretamente para a sustentabilidade, resiliência climática e competitividade florestal da companhia.
“No Laboratório de Solos, localizado em Aracruz e responsável por receber amostras de todas as unidades da Suzano no Brasil, atuam a química Eliana e a técnica Priscila, garantindo qualidade analítica às decisões sobre fertilidade e nutrição florestal. Na frente de biocontrole, liderada por Ana Cecília, com o suporte técnico de Joyce, são produzidos bilhões de insetos por ano utilizados como inimigos naturais no combate a pragas em campo, fortalecendo práticas ambientalmente responsáveis. No campo experimental, mulheres como Beatriz, na liderança de viveiro, e Maria Luísa, como técnica de campo, asseguram a excelência na condução dos testes”, ressalta Elayne.
A profissional afirma que é nesse cenário, cercado por muitas mulheres, que vê a sua principal missão: influenciar. “Demonstrar que é possível liderar com excelência técnica, ocupar espaços estratégicos e, ao mesmo tempo, abrir caminhos para que outras mulheres e meninas se reconheçam na ciência como protagonistas de suas próprias histórias”, completa.
De estagiária a analista de laboratório
A engenheira química Ana Lara Rodrigues, de 25 anos, trabalha como analista de laboratório na fábrica de Mucuri. Ela tem um papel de extrema importância dentro dos processos da indústria e contribui diretamente para o desenvolvimento de soluções de alto valor para a companhia.
“As análises laboratoriais são extremante importantes para maior controle, estabilidade e eficiência do processo. É por meio dos resultados analíticos que conseguimos acompanhar a qualidade do nosso produto final e de todo o processo fabril; conseguimos identificar desvios de processo de forma rápida, evitando perdas de produção”, explica a profissional.
Moradora de Mucuri, Ana entrou na companhia em 2018 como estagiária de laboratório e atuou em várias frentes e, em 2019, foi contratada como analista de laboratório, onde segue até hoje. Para ela, é preciso incentivar as meninas a seguirem carreiras científicas, e mostrar que a ciência é uma oportunidade viável e gratificante para todas.
“A presença de mulheres na ciência é extremamente importante porque amplia a diversidade de pensamento, de experiências e as formas como solucionar problemas. Aqui na Suzano, ter mulheres participando ativamente dos processos é também uma forma de incentivar outras profissionais a ocuparem espaços na indústria, mostrando competência, conhecimento técnico e protagonismo”, ressalta.
Conforme Kelen Pedroso, engenheira florestal e Gerente de Silvicultura da Suzano na Bahia, a valorização da diversidade é parte central da cultura da Suzano, e isso passa por incentivar a participação feminina em carreiras científicas, superando barreiras históricas e culturais. “É motivo de grande orgulho ver cada vez mais mulheres ocupando posições técnicas e de liderança, contribuindo com talento, competência e dedicação. Esse avanço reforça o nosso compromisso contínuo de ampliar a presença feminina em espaços estratégicos e de promover um ambiente cada vez mais diverso e inclusivo”, afirma Kelen.
Foto: Acervo Suzano



