O deputado federal Daniel Almeida apresentou voto favorável, nesta terça-feira (25), pela aprovação do Projeto de Lei que estabelece o dia 17 de fevereiro como o Dia Nacional da Axé Music. A data foi escolhida para celebrar um dos maiores movimentos culturais do Brasil, que em 2025 completa 40 anos de história, marcando a ascensão de um gênero musical que uniu ritmos como samba-reggae, frevo, rock e pop, e se tornou um símbolo da resistência e da diversidade da cultura baiana e nordestina.
O parlamentar baiano, ao destacar a importância da Axé Music, reforçou a necessidade de reconhecimento oficial de sua contribuição histórica, não apenas para a Bahia, mas para o Brasil e o mundo. Para ele, a aprovação do projeto simboliza um avanço na valorização das manifestações culturais locais, que têm sido fundamentais na construção da identidade nacional. “Reconhecer oficialmente a Axé Music é uma forma de celebrar nossa cultura e perpetuar a memória de um movimento que, além de nos representar, também dialoga com o universo musical internacional”, completou Daniel.
O deputado Daniel Almeida também reconheceu que essa data representa um passo importante para o enaltecimento da música que faz parte da história do Brasil e continua a inspirar milhões de pessoas em todo o mundo. “O projeto reforça o papel da música na economia, especialmente no turismo, e destaca a relevância do Carnaval de Salvador, que gera bilhões para a economia nacional. Considerando o crescimento constante do evento e a tendência de aumento no fluxo de turistas, é possível estimar que a folia de 2025 poderá gerar entre R$ 6 bilhões para a economia baiana”, projetou.
O Dia Nacional da Axé Music, que será celebrado todo dia 17 de fevereiro, representa um marco histórico também para a valorização da cultura afro-brasileira e da força do movimento que influenciou gerações ao longo de quatro décadas. A Axé Music se consolidou como um pilar da música popular brasileira, trazendo visibilidade à Bahia e ao Nordeste, e se tornando um dos maiores sucessos da música mundial.
Foto: Bruno Spada/Câmara dos Deputados