

O Brasil tentará persuadir o ditador Nicolás Maduro a dar um passo atrás na crise que causou ao anunciar a anexação de 70% da Guiana. Os representantes do governo Lula que conduzirão a primeira reunião entre Venezuela e Guiana desejam sair do encontro, na quinta-feira (14), com um acordo de não agressão entre os dois países.
Uma segunda meta do grupo de Lula, de acordo com uma fonte envolvida nas negociações, é assegurar que os diálogos entre Venezuela e Guiana serão mediados por instituições do chamado “sul global”, como a Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac) e a União de Nações Sul-Americanas (Unasul).
A comitiva brasileira embarcará na tarde desta quarta (13) para São Vicente e Granadinas, arquipélago do Caribe.
O grupo também monitora a possibilidade de adiar as eleições venezuelanas, que estão previstas para o ano que vem. Neste momento, as fontes garantem que o risco, “é muito baixo”.
(G1)
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