A base governista ainda segue instável, em torno da questão da formação do chamado “chapão” – uma ampla coalizão de partidos que lançariam candidatos a cargos eletivos proporcionais em bloco. Em entrevista ao Bahia Econômica, o pré-candidato ao senado e presidente da Assembleia Legislativa, Ângelo Coronel, ponderou ontem (1/08) que o cálculo político envolvendo a disputa por cadeiras na AL/Ba seria mais favorável ao lançamento de duas chapas governistas do que apenas uma, com a perspectiva de eleger 40 deputados, contra 35, em caso de opção pelo “chapão”
Em entrevista hoje (2/08) ao BNews, o senador Otto Alencar (PSD), uma das lideranças mais destacadas da base de Rui Costa (PT), disse que o governador e pré-candidato à reeleição iria se reunir com a base e deliberar sobre o assunto, sendo dele a posição final. Parte significativa da base governista, porém, ainda torce o nariz para a formação do “chapão”, embora esta seja a estratégia do PT baiano.