

O candidato ao Governo da Bahia ACM Neto (União Brasil) afirmou, nesta segunda-feira (14), que pretende reestruturar a Embasa e reavaliar a taxa cobrada pelo serviço de abastecimento de água caso seja eleito. A declaração ocorreu durante agenda de campanha em Guanambi, no sudoeste baiano.
Neto percorreu ruas do centro do município e visitou o Mercado Municipal, onde conversou com feirantes e ouviu demandas da população. Ele estava acompanhado dos candidatos ao Senado de sua chapa, Angelo Coronel (Republicanos) e João Roma (PL), além de deputados e lideranças políticas da região.
Durante a passagem por Guanambi, o candidato afirmou que pretende manter uma relação de parceria com o município.
“Quero agradecer ao povo de Guanambi pela recepção maravilhosa. A gente que está em uma maratona, de segunda a segunda, de manhã, de tarde e de noite com o movimento político. Eu não poderia deixar chegar o dia 4 de outubro sem vir a Guanambi para reafirmar meus compromissos com a cidade. Eu que aqui estive ainda esse ano na época da exposição, e agora eu estou aqui para dizer que se Deus quiser nós vamos ganhar a eleição. Guanambi vai ter um governador parceiro, presente, que vai ajudar a cidade de verdade. Não é com propaganda, com discurso como fez Jerônimo Rodrigues. Guanambi pode confiar, eu tenho um carinho muito grande por esse município, e nós vamos trabalhar juntos”, disse.
Crítica à tarifa da Embasa
Neto criticou o percentual cobrado pela Embasa e afirmou que a cobrança não seria acompanhada, segundo ele, por uma melhoria proporcional na qualidade do serviço.
“Esse é um problema de toda a Bahia. A taxa da Embasa é de 80%, muito alta. O governo do Estado só fez subir nos últimos anos, e isso não veio acompanhado de um serviço de qualidade. Embasa, ao contrário, é uma empresa que infelizmente traz muita dor de cabeça para os baianos. Nós vamos reestruturar a Embasa, fortalecer, e vamos avaliar essa questão da taxa. Primeiro, para garantir que quem não tem serviço de água, quem não tem água tratada, não vai pagar nada, não pode pagar um centavo de taxa. É a primeira coisa mais importante. Depois, é reduzir o peso da taxa para que o mais pobre não tenha esse sacrifício tão grande como tem hoje”, afirmou.
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