

Os conflitos entre moradores de condomínios têm se tornado uma preocupação crescente em Salvador e em todo o Brasil. Discussões por barulho, uso indevido de áreas comuns, desrespeito às regras internas e desentendimentos pessoais estão entre as principais causas de atrito — e, em casos extremos, têm evoluído para agressões verbais e físicas, exigindo a intervenção de síndicos, administradoras e até da polícia.
Para especialistas do setor, a solução passa por profissionalizar a gestão de conflitos antes que eles se agravem. É nesse cenário que a ACC Gestão Condominial, empresa baiana especializada em administração condominial, reforça seu papel como referência em mediação e boa convivência dentro dos condomínios que atende.
Mediação como prevenção
Segundo José Ferreira da Silva, CEO da ACC, grande parte dos conflitos poderia ser evitada, ou resolvida sem judicialização, com a atuação de profissionais capacitados para mediar o diálogo entre as partes antes que a situação se agrave.
“A convivência em condomínio reúne dezenas, às vezes centenas, de famílias diferentes dividindo o mesmo espaço. É natural que surjam atritos, mas a forma como eles são conduzidos é que determina se vão virar um problema pontual ou uma crise que compromete a segurança de todos”, afirma José Ferreira da Silva, CEO da ACC Gestão Condominial.
Com 36 anos de experiência no setor, José Ferreira é contador, síndico, conselheiro fiscal condominial, especialista em auditoria e mestre em Contabilidade. Foi professor da Universidade Católica de Salvador, ocupou cargos de gerência na Caixa Econômica Federal e também como diretor da AGCEFIBA (Associação dos Gerentes da Caixa Econômica Federal do Interior da Bahia), uma trajetória que, segundo a empresa, sustenta a experiência aplicada na resolução de conflitos condominiais.
Gestão profissional reduz atritos, aponta empresa
Para José Ferreira da Silva, o enfrentamento da conflituosidade em condomínios passa por três frentes principais:
* Regras claras e bem comunicadas: convenção e regimento interno objetivos reduzem margem para interpretações divergentes entre moradores;
* Canais de diálogo estruturados: compliance condominial, com código de conduta e canais formais de comunicação, evita que reclamações informais se transformem em disputas;
* Presença de gestão profissional: atuação de uma administradora com profissionais imparciais para conduzir conciliações que atuam como mediadores neutros, evitando o desgaste pessoal entre vizinhos.



