

Os índices futuros de Nova York operam majoritariamente em baixa nesta quarta-feira (2), enquanto investidores monitoram a alta do petróleo e seus impactos sobre a inflação e os juros.
O petróleo Brent subiu pelo terceiro dia consecutivo, chegando a cerca de US$ 95 o barril, atingindo brevemente o nível mais alto desde julho, em meio à escalada acentuada do conflito entre os EUA e o Irã .
No radar do mercado estão os dados de emprego privado da ADP referentes a agosto, além dos lucros da indústria e do Livro Bege do Federal Reserve (Fed, o banco central americano).
Estados Unidos
No radar corporativo, os investidores acompanham os resultados de Hewlett Packard Enterprise, Snowflake e Broadcom, previstos para serem divulgados após o fechamento do mercado.
Veja o desempenho dos mercados futuros:
Europa
Os mercados europeus operam no vermelho nesta quarta-feira. As ações do setor de mídia lideraram as perdas, caindo 1,4%, seguidas pelas montadoras e empresas de autopeças europeias, que recuavam 1,2%.
Ásia-Pacífico
Os mercados acionários da Ásia-Pacífico fecharam em forte baixa, pressionados pelo aumento das tensões no Oriente Médio e pelo impacto da alta do petróleo sobre as perspectivas de inflação. O movimento também foi acompanhado por uma forte alta dos rendimentos dos títulos públicos, aumentando a cautela dos investidores.
No Japão, o Nikkei 225 caiu 2,85%, enquanto o Kospi, da Coreia do Sul, recuou 4%. Na Austrália, o S&P/ASX 200 perdeu 0,97%, e o CSI 300, que reúne as principais ações negociadas em Xangai e Shenzhen, fechou em baixa de 1,38%.
Commodities
Os preços do petróleo operam perto da estabilidade, com o aumento das tensões no Oriente Médio após os EUA realizarem sua mais recente rodada de ataques contra o Irã, enquanto Teerã teria retaliado contra os aliados regionais de Washington.As cotações do minério de ferro na China fecharam em baixa, com o aumento dos custos do carvão metalúrgico pressionando as margens das siderúrgicas e o crescimento dos estoques portuários evidenciando a ampla oferta.
Bitcoin
(Com Reuters e Bloomberg)
Foto: FreePik



