

Cerca de 80% dos criadouros do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya, estão dentro das residências. Por isso, a Prefeitura de Salvador reforça a importância da participação dos moradores no combate às arboviroses.
Entre as principais medidas estão eliminar recipientes com água parada, manter caixas-d’água fechadas, limpar calhas e ralos, descartar materiais que possam acumular água e permitir a entrada dos Agentes de Combate às Endemias nas casas.
Segundo a Secretaria Municipal da Saúde (SMS), as equipes realizam inspeções nos 12 Distritos Sanitários da cidade, além de ações como aplicação de larvicidas, bloqueio de transmissão, campanhas educativas e mutirões de limpeza.
De acordo com o 2º LIRAa, realizado entre 4 e 8 de maio de 2026, Itapagipe, São Caetano/Valéria, Subúrbio Ferroviário, Cabula/Beirú e Pau da Lima estão entre as regiões com maior risco. Os principais criadouros foram encontrados em vasos, pratos, pingadeiras, baldes, tambores e tonéis.
A chegada do período chuvoso aumenta a preocupação, já que a água acumulada favorece a reprodução do mosquito.
Em caso de febre, dores no corpo, manchas na pele ou dores intensas nas articulações, a recomendação é procurar uma unidade de saúde.
Moradores que identificarem terrenos abandonados ou imóveis fechados com possíveis criadouros podem solicitar vistoria pelo Fala Salvador, no telefone 156.
Foto: Bruno Concha / Secom PMS



