

A transformação digital tem redefinido a operação da Engepack, que é uma empresa pioneira na fabricação de embalagens PET no Brasil, e impulsionado uma nova fase de crescimento da organização, que investiu, nos últimos 5 anos, R$ 450 milhões com foco em tecnologia, eficiência operacional e aumento da capacidade produtiva. Como resultado desse incremento, a empresa tem se consolidado como um modelo de produção cada vez mais inteligente, conectado e sustentável. E esse processo se traduz no momento de renovação atual da marca, cujo rebranding evidencia a evolução vivida pela Engepack nesses últimos anos e a projeta para o futuro.
A modernização industrial da empresa – que tem unidades e escritórios na Bahia, em São Paulo e no Paraná – integra conceitos da Indústria 4.0, como o uso de tecnologias-base da Internet das Coisas (IoT), Inteligência Artificial (IA) e Big Data. “Como uma empresa pioneira no segmento PET, precisamos incorporar o que há de mais avançado em nossas operações. Por isso, estamos costurando o mundo físico ao digital para termos fábricas mais inteligentes e que ofereçam operações mais modernas e sustentáveis, focando, sobretudo, na personalização de produtos para atender às demandas do mercado, sempre observando a qualidade e a segurança”, afirma o diretor-superintendente da Engepack, Rui Barreto.
Ele explica que, atualmente, sensores IoT antecipam falhas em equipamentos antes que elas aconteçam, enquanto sistemas com IA acompanham o chão de fábrica em tempo real e dashboards dinâmicos colocam toda a operação na palma da mão da gestão, consolidando dados e indicadores de desempenho essenciais. Essas tecnologias, inclusive, permitem à empresa operar, com foco na sustentabilidade, um dos parques de injeção de PET mais modernos do país, localizado no Centro Industrial de Aratu, em Simões Filho, na Bahia, com equipamentos desenvolvidos para aumentar a produtividade e reduzir o consumo de energia elétrica e água.
“Trocar tarefas manuais por sistemas computacionais muda o jogo: gargalos somem, recursos são usados com mais inteligência e falhas se tornam raras. O resultado é uma produção que roda com precisão, consistência e um padrão de qualidade muito mais alto”, destaca Barreto, pontuando que a modernização só é possível porque a empresa possui um quadro de colaboradores qualificado e comprometido com os resultados e que se empenha para entregar o melhor resultado para os clientes.
Ao longo do processo modernização, a Engepack, que completará 40 anos em 2027, ampliou a infraestrutura tecnológica com inspetoras e selecionadoras automáticas, câmeras térmicas, sistemas de transporte pneumático, silos automatizados para armazenamento de resina, softwares de monitoramento e simulação da produção. A empresa também modernizou os sistemas de refrigeração e da integração entre as áreas de logística, qualidade e manutenção. “Esse processo vem trazendo bons resultados, como mais produtividade, equipamentos mais disponíveis e menos perdas em todo o processo, o que torna a operação mais sustentável”, afirma Barreto.
A automação também fortalece a excelência operacional ao substituir atividades manuais por processos mais precisos e inteligentes, reduzindo falhas e elevando o padrão de qualidade. Essa estratégia é complementada por laboratórios de última geração para análise de qualidade, programas permanentes de capacitação das equipes e rigorosos protocolos de controle, reconhecidos por importantes certificações: a ISO 9001 (Sistema de Gestão da Qualidade), que padroniza processos e assegura a qualidade geral, e a FSSC 22000 (Certificação de Sistema de Segurança Alimentar), que representa o mais alto padrão em segurança de alimentos.
Além de aumentar a competitividade, a inovação também contribui para tornar a operação mais sustentável. A empresa investe no desenvolvimento de preformas cada vez mais leves, que utilizam menos matéria-prima sem comprometer o desempenho das embalagens, e mantém uma operação integrada, automatizada e disponível 24 horas e sete dias por semana. “Essa combinação garante aos clientes um fornecimento contínuo e previsível, porque ele passa a ter menos estoque de segurança, mais capital de giro liberado e menor risco de ruptura. E, quando a demanda dispara para nossos clientes, respondemos rápido. O resultado é um elo confiável que fortalece toda a cadeia”, pontua o diretor-superintendente da Engepack.
Para concluir, ele destaca: “Todos esses avanços reforçam o posicionamento da Engepack como uma indústria voltada para o futuro, unindo tecnologia, eficiência e sustentabilidade em sua estratégia de crescimento, porque cada novo produto ou processo que desenvolvemos é pensado não só para reduzir impacto ambiental, mas também para otimizar recursos e gerar valor real para a sociedade”.
Foto: Divulgação/ Engepack