

O Ministério Público do Estado da Bahia (MP-BA), por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Direitos Humanos, instaurou o Procedimento Administrativo para acompanhar de perto a investigação de um crime de homofobia ocorrido no Carnaval de Salvador de 2026.
A portaria, assinada pela promotora de Justiça Márcia Regina Ribeiro Teixeira, coloca o bloco afoxé Filhos de Gandhy no centro das ações preventivas exigidas pelo órgão.
O caso envolve uma suposta prática de lesão corporal motivada por preconceito em razão da orientação sexual da vítima, identificada pelas iniciais S.A.G.S. O ataque teria sido desferido por um folião não identificado que desfilava na tradicional agremiação.
Foto: Jefferson Machado/GOVBA