

De abril para maio de 2026, as vendas do varejo na Bahia voltaram a apresentar crescimento (0,9%), na comparação livre de influências sazonais (que desconsidera os efeitos de eventos recorrentes, como Natal, Páscoa etc.). O estado apresentou resultado positivo nesse comparativo após dois meses consecutivos de quedas (-3,0% entre fevereiro e março e -1,5% entre março e abril).
Das 27 unidades da Federação, 11 apresentaram altas no comparativo com abril, e o crescimento baiano foi o 6º mais intenso, empatado com o de Santa Catarina (0,9%). Também foi superior ao do Brasil como um todo (0,1%).
Os maiores crescimentos ocorreram no Distrito Federal (1,6%) e em Alagoas, Paraíba e Acre (cada um dos três com 1,5%). Por outro lado, Rondônia (-3,4%), Roraima (-3,4%), Amazonas (-2,8%) e Goiás (-2,8%) contaram com as maiores retrações.
Os dados são da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), do IBGE.
Na comparação de maio/26 com maio/25, as vendas do varejo na Bahia seguiram em alta (0,8%), chegando a 14 meses de crescimentos mensais consecutivos (avançam desde abril/25).
Foi um aumento superior ao nacional (0,4%) e o 11º entre os estados, 12 dos quais tiveram resultados positivos. Os melhores índices, neste comparativo, ocorreram em Tocantins (12,3%), Pernambuco (7,4%) e Santa Catarina (7,0%). Amazonas (-4,5%), Rondônia (-3,5%) e Espírito Santo (-2,9%) tiveram os recuos mais intensos.
Com os resultados do mês, as vendas do varejo baiano seguiram em alta no acumulado no ano de 2026 (2,9%). O resultado é superior ao registrado no Brasil como um todo (1,7%) e o 11º entre os estados. Os maiores aumentos ocorreram em Pernambuco (11,0%), Distrito Federal (7,0%) e Tocantins (6,9%).
No acumulado nos 12 meses encerrados em maio, as vendas do varejo baiano também avançam (3,5%) acima do indicador nacional (1,4%), apresentando a 8ª maior alta entre as unidades da Federação, empatada com a do Ceará (3,5%). Dos 27 estados, 21 tiveram resultados positivos nesse acumulado, liderados por Rio Grande do Norte (6,1%), Amapá (5,5%) e Pernambuco (5,5%).
Foto: Jean Vagner/SEI