

O governador da Bahia e candidato à reeleição, Jerônimo Rodrigues (PT), afirmou nesta segunda-feira (13) que espera contar com a participação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) durante a campanha eleitoral no estado. Segundo ele, o formato da agenda ainda será definido pela coordenação da campanha.
A declaração foi feita durante reunião da chapa majoritária com pré-candidatos a deputado estadual e federal da base governista.
Jerônimo afirmou que a estratégia é integrar a campanha estadual ao projeto de reeleição do presidente.
“Olha, nós convidamos o presidente Lula. Vai ser importante uma passada dele aqui. Vamos ver só”, afirmou.
O governador explicou que ainda será definido se a visita ocorrerá em Salvador ou em outro município baiano.
“Nós vamos querer fazer uma coordenação de campanha casada. Nós aqui representaremos a candidatura do presidente Lula. É importante que ele possa botar o pé aqui. Vamos discutir se essa agenda será em Salvador ou em uma grande cidade do interior. A campanha anunciará isso em breve”, disse.
As declarações ocorreram às vésperas do lançamento dos Comitês Populares de Luta 2026, marcado para esta quarta-feira (15), em Salvador. A mobilização contará com a presença do presidente nacional do PT, Edinho Silva, e do ministro Guilherme Boulos, que representará Lula no evento.
“Na quarta-feira estaremos com o presidente do PT, Edinho, lançando os coletivos da campanha. Também estará presente o ministro Boulos, representando o presidente Lula”, afirmou.
Jerônimo também descartou promover mudanças no secretariado para liberar auxiliares à campanha. Segundo ele, a prioridade será manter o funcionamento do governo durante o período eleitoral.
“Precisaremos dos secretários e secretárias atuando normalmente. O governo não vai parar por causa da campanha. Não vou trocar secretário para entrar em campanha”, declarou.
O governador acrescentou que pretende conciliar a disputa eleitoral com a continuidade das ações da administração estadual.
“Estamos falando de cerca de três meses até o fim do processo eleitoral. Não vamos prejudicar as ações de governo por causa das eleições”, concluiu.
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