

Uma pesquisa do Instituto Natura, divulgada em 2025, mostrou que apenas 29% das mulheres brasileiras têm informação suficiente para cuidar da saúde das mamas. Mais grave: 86% delas não sabiam que têm direito a uma mamografia diagnóstica gratuita pelo SUS, mesmo sem apresentar sintomas. É nesse cenário que a Clínica da Mulher Anna Paola Noya Gatto (@aclinicadamulher), em Salvador, estrutura seu principal diferencial: o Check-Up da Mulher por Faixa Etária, criado em 2015 e aprimorado em 2017.
O programa reúne até seis consultas médicas e exames como mamografia digital, ultrassonografia e doppler em um único turno, com resultado entregue na mesma visita. A proposta ataca diretamente o problema identificado pela pesquisa Natura, que é a distância entre a mulher e a informação sobre seu próprio corpo.
À frente da equipe está a mastologista Anna Paola Noya Gatto (@dra.annapaolagatto), diretora médica da clínica. Sua defesa é simples: rastreamento organizado salva mais vidas do que campanha pontual de outubro.
O que uniu as duas histórias, a do jogador e a da pesquisa sobre saúde da mulher, foi o mesmo princípio. Desempenho de longo prazo não depende de gesto isolado. Depende de rotina sustentada, mesmo quando ninguém está observando.
“Haaland meditar antes de comemorar um gol não é sorte. É disciplina construída fora das câmeras. O check-up feito antes do sintoma aparecer segue a mesma lógica”, conta a renomada especialista.
Na Clínica da Mulher, essa lógica aparece também nos Cuidados por Especialidade, que reúnem consulta e exame no mesmo turno para mastologia, ginecologia, hormonologia e climatério. A equipe é totalmente feminina, formada por especialistas dedicadas às diferentes fases da vida da mulher, da adolescência à maturidade.
O programa CuidarBem Mulher amplia esse acesso com tabela de preços diferenciada e aplicativo próprio para agendamento, reduzindo outra barreira apontada pela pesquisa Natura: o custo como impeditivo para o diagnóstico precoce.
Inspirações como a influenciadora Malu Borges, que manteve sua disciplina com a atividade física e acompanhamento de check-ups durante tora a gravidez, também fazem parte do mote. “Meu parto normal foi ainda mais tranquilo que o primeiro”, exclamou a famosa.
A meta declarada pelo INCA de elevar a cobertura de rastreamento a 70% não se resolve em uma campanha. “A resolução está em rotina, a mesma que levou Haaland a decidir uma Copa do Mundo com um hábito que ninguém via”, conclui a doutora Anna.



