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FESTIVAL DA PRIMAVERA 2026 LEVA MÚSICA E CULTURA NEGRA CONTEMPORÂNEAS AO MUNCAB

Matheus Souza - 10/09/2026 18:48

A Prefeitura de Salvador, por meio da Empresa Salvador Turismo (Saltur), promove, a partir desta sexta-feira (11), o Festival da Primavera 2026 no Museu Nacional da Cultura Afro-Brasileira (Muncab), no Centro Histórico. Até domingo (13), o espaço recebe uma programação gratuita que reúne música, arte e diferentes expressões da produção negra contemporânea.

Celebrando a criatividade, a identidade e a potência da cultura afro-brasileira, o festival apresenta, ao longo dos três dias, diferentes ritmos e linguagens, como samba, rap, pagodão, hip-hop, música urbana, discotecagem e música eletrônica.

Na sexta-feira (11), a programação começa às 18h, com a DJ Belle, multiprodutora, técnica de som e DJ soteropolitana. Às 21h, a banda Sambaiana, formada exclusivamente por mulheres de Salvador, leva ao palco uma mistura de samba de roda e pagodão baiano. Encerrando a noite, às 23h30, Taian Riachão, um dos nomes da nova geração do samba baiano e neto do mestre Riachão, se apresenta no Muncab.

No sábado (12), a programação começa às 18h, com a DJ Bruxa Braba, uma das DJs, pesquisadoras musicais e artistas periféricas da cena da noite da capital baiana. Às 21h, o grupo Afrocidade leva ao museu uma mistura de pagodão, rap e soundsystem.

Na sequência, às 22h30, Sandro Ayê apresenta uma performance artística com escultura ao vivo. Encerrando a noite, às 23h30, o ÀTTØØXXÁ sobe ao palco, levando a essência do pagodão baiano de rua, misturada à estética da música eletrônica.

No último dia do evento, domingo (13), a programação começa mais cedo, às 15h, com apresentações de Creator Beats, Brianny, Bruno Kroz, Evylin, Mr. Armeng, O Quadro e Ravi Lobo. Os artistas levam ao Centro Histórico diferentes vertentes do rap, hip-hop e da música eletrônica.

A diretora-geral do Muncab, Cintia Maria, destaca que a realização do Festival da Primavera amplia a ocupação do museu pela música e pela diversidade de ritmos que atravessam a produção negra contemporânea.

“É uma forma de reafirmar o museu como um espaço dinâmico, aberto à cidade, onde a cultura afro-brasileira pode ser vivenciada em suas muitas formas, linguagens e possibilidades”, afirma.

Confira a programação completa do Festival da Primavera em: https://festivaldaprimavera.salvador.ba.gov.br/programacao-completa/

 

Fotos: Alfredo Filho / Saltur

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