

A Prefeitura de Salvador, por meio da Secretaria Municipal de Inovação e Tecnologia (Semit), lançou nesta terça-feira (25) o site do programa Salvador Segura (https://salvadorsegura.salvador.ba.gov.br/), para cadastramento e chamamento de associações de bairro, moradores, sindicatos e estabelecimentos, como shoppings centers, postos de gasolina e demais entidades do setor produtivo, interessados em integrar o sistema de videomonitoramento da cidade.
Composto por mais de 10 mil câmeras inteligentes, com reconhecimento facial e leitura de placas de veículos, o sistema terá uma base de dados integrada com a Guarda Civil Municipal (GCM) e a Secretaria de Segurança Pública (SSP). O lançamento aconteceu na Câmara de Dirigentes Lojistas de Salvador (CDL), na Rua Carlos Gomes, e contou com a presença do presidente da instituição, Alberto Nunes, e do vice-presidente da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas da Bahia (FCDL-BA), Antoine Tawil.
Inicialmente, as ações prioritárias ocorrerão nos bairros da Barra, Centro Histórico, Comércio, Rio Vermelho e Itapuã. Na Barra, de acordo com a Semit, será feito um cercamento digital, que consiste na instalação de câmeras para monitorar placas de carros e motocicletas, distribuindo dados em tempo real aos órgãos integrados e buscando ampliar a segurança.
O titular da Semit, Alberto Braga, enfatizou a importância do setor privado aderir ao programa. “É importante que as empresas e associações do setor produtivo façam seu cadastro, para que possamos tornar a cidade de Salvador cada vez mais segura. Hoje estamos focando em CNPJs, mas, no futuro, vamos vistoriar e cadastrar câmeras individuais para integrar o sistema”, disse o secretário.
Através da integração de imagens de câmeras públicas e privadas cedidas de forma voluntária, a plataforma do Salvador Segura é um agregador online para empresas e concessionárias de negócios da capital baiana, para cadastro de pessoas jurídicas, associações, consórcios ou permissionárias de serviço público.
Para participar, a empresa ou entidade de classe deve autorizar formalmente a utilização das imagens, sem que as câmeras violem a privacidade de terceiros. Não há qualquer pagamento ou contrapartida entre o participante e o Município, podendo a saída ser solicitada a qualquer momento, sem penalidade.
Fotos: Bruno Concha / Secom PMS



