

As vendas do comércio varejista baiano avançaram 2,3% em junho de 2026, frente ao mês imediatamente anterior. No cenário nacional, o crescimento foi mais modesto, de 0,5%, na mesma base de comparação. Frente a junho de 2025, as vendas na Bahia cresceram 6,5%, encerrando o primeiro semestre com alta de 3,5%. O avanço mensal mantém uma trajetória de expansão pelo 15º mês consecutivo e ficou acima do registrado no Brasil (2,9%). No acumulado dos últimos 12 meses, a Bahia e o Brasil registraram crescimento de 3,9% e 1,6%, respectivamente. Esses dados foram apurados pela Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e analisados pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia vinculada à Secretaria do Planejamento.
O avanço das vendas no sazonal (comparação com o mês anterior) pode ser relacionado aos festejos juninos, conjugados com a realização da Copa do Mundo de 2026, que impactou no maior consumo de alimentos e bebidas, além da comemoração do Dia dos Namorados, que impulsionou as vendas de produtos de menor valor agregado.
Por atividade, os dados mensais em relação a junho de 2025 revelaram que seis dos oito segmentos que compõem o indicador do volume de vendas registraram comportamento positivo: Equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (98,0%), Outros artigos de uso pessoal e doméstico (13,4%), Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (8,5%), Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (7,2%), Móveis e eletrodomésticos (6,4%) e Combustíveis e lubrificantes (0,6%). Enquanto Tecidos, vestuário e calçados (-5,2%) e Livros, jornais, revistas e papelaria (-11,5%) registraram taxas negativas.
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