

A maioria dos participantes das audiências públicas sobre a aplicação de tarifas pelos Estados Unidos contra o Brasil se colocou contra a medida. As reuniões aconteceram em Washington, capital norte-americana.
De acordo com o vice-presidente da Centrorochas, a Associação Brasileira de Rochas Naturais, Fábio Cruz, apesar da presença de quem fosse contra o Brasil, a grande maioria era a favor de retirar tarifas ou incluir produtos em listas de exceções.
Foi o caso do setor dele. Fábio defendeu que a rocha brasileira tem características específicas que a tornam diferente de outros lugares, além de o produto do Brasil atender a indústria dos Estados Unidos. E foi apoiado pelos participantes norte-americanos do setor.
“Foi interessante porque a pergunta foi igual para nós três. Eu fui o primeiro a falar e os outros falaram assim: ‘eu vou vou eu vou ecoar exatamente o que o Fábio posicionou. O Brasil é de longe principal produtor e maior diversidade que existe no mundo de pedra natural'”.
A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados informou que, junto com instituições locais americanas, se posicionou contra as tarifas. Afirmou que os Estados Unidos são o principal destino das exportações de calçados brasileiros. Além disso, o Brasil seria uma alternativa estratégica, já que a maior parte dos calçados importados pelos Estados Unidos são da Ásia.
foto: Tomaz Silva/Agência Brasil
fonte: Agência Brasil