terça, 30 de junho de 2026
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CURSO DE FISIOTERAPIA DA UNIJORGE REALIZA ATENDIMENTO GRATUITO A PACIENTES QUEIMADOS

João - 30/06/2026 09:40

As queimaduras podem ocasionar importantes alterações funcionais, como dor, edema, restrição de mobilidade e perda de força muscular, que provocam limitações nas atividades diárias. A fisioterapia é uma importante aliada no processo de recuperação desses pacientes, com atuação desde a fase aguda até as etapas posteriores.

O curso de Fisioterapia da Unijorge disponibiliza atendimento gratuito à população para reabilitação de pacientes queimados, realizado no Instituto de Saúde, no Campus Paralela. As consultas são realizadas por meio de agendamento prévio pelo whatsapp (71) 99611-6919.

Na fase aguda, a atuação fisioterapêutica atua na prevenção de complicações respiratórias e musculoesqueléticas e utiliza técnicas como higiene brônquica, reexpansão pulmonar e treinamento respiratório, especialmente em pacientes com lesão inalatória ou ventilação mecânica.

Já na fase ambulatorial, o foco está na recuperação da mobilidade, força, resistência e independência funcional, por meio de exercícios terapêuticos, fotobiomodulação, ultrassom,  endermologia, bandagens elásticas e malhas compressivas, treinos de marcha e condicionamento físico.

A professora de Fisioterapia e preceptora do curso de Fisioterapia, Danielle Oliveira, acrescenta que durante a fase de cicatrização e reabilitação os objetivos incluem restaurar a mobilidade articular, recuperar a força muscular, melhorar a resistência física e promover a independência funcional.

Os protocolos específicos em fisioterapia dermatofuncional incluem controle de edema, prevenção e tratamento de cicatriz hipertrófica, liberação de aderências teciduais, tratamento de fibroses, além do manejo da dor e da sensibilidade.

“O tratamento fisioterapêutico do paciente queimado deve ser individualizado e baseado na fase de cicatrização e reabilitação, utilizando recursos terapêuticos integrados para restaurar função, reduzir sequelas e melhorar a qualidade de vida”, destaca a professora.

Foto: Freepik

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