

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, informou nesta sexta-feira (12) que concluiu o tratamento complementar realizado após a retirada de um câncer de pele diagnosticado no couro cabeludo. A declaração foi feita durante um evento oficial realizado no Palácio do Planalto, em Brasília.
Segundo o presidente, a última sessão de radioterapia foi realizada nesta semana, encerrando uma etapa do acompanhamento médico iniciado após a cirurgia para remoção da lesão. Lula afirmou que está recuperado e demonstrou confiança nos resultados do tratamento.
O procedimento cirúrgico ocorreu em abril, após exames identificarem um carcinoma basocelular, considerado o tipo mais frequente de câncer de pele. Especialistas explicaram à época que a doença costuma apresentar crescimento lento e, quando diagnosticada precocemente, possui altas taxas de cura.
Após a retirada da lesão, a equipe médica optou pela realização de sessões de radioterapia como medida complementar e preventiva. O objetivo foi eliminar possíveis células remanescentes e reduzir o risco de reaparecimento da doença, sem comprometer a rotina de atividades do presidente.
Os médicos responsáveis pelo acompanhamento destacaram anteriormente que o quadro era localizado e não havia indícios de disseminação para outras regiões do corpo. A recomendação incluía apenas monitoramento periódico e cuidados contínuos com a saúde da pele.
Além do tratamento contra o câncer, Lula já havia passado por um procedimento dermatológico no início do ano para tratar uma alteração cutânea conhecida como queratose, condição relacionada ao espessamento da camada superficial da pele e frequentemente associada à exposição solar.
Com o encerramento da radioterapia, o presidente seguirá em acompanhamento médico regular, dentro do protocolo adotado para pacientes que passaram por tratamento oncológico dermatológico.



