

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a infertilidade é caracterizada pela ausência de gravidez após doze meses ou mais tendo vida sexual ativa e sem usar medidas anticonceptivas. A condição afeta globalmente cerca de 17,5% de pessoas em idade reprodutiva, ou seja, uma a cada seis pessoas no mundo, segundo a OMS. Apesar de atingir uma parcela expressiva da população global, muitas pessoas não adotam os cuidados necessários para manter sua saúde reprodutiva. “Além das consultas e exames ginecológicos e urológicos de rotina, o estilo de vida é fundamental para preservação da saúde reprodutiva de mulheres e homens”, afirma a médica Sofia Andrade, especialista em Reprodução Humana Assistida da Huntington Cenafert, clínica que integra um dos principais grupos de Reprodução Assistida do Brasil.
A especialista esclarece que fatores evitáveis como o tabagismo, Infecções Sexualmente Transmissíveis, consumo excessivo de álcool e uso de drogas podem afetar a saúde reprodutiva em ambos os sexos. Há também condições de saúde como disfunções hormonais, malformações congênitas do aparelho reprodutor e obesidade que levam à infertilidade. No caso especifico das mulheres, a idade, doenças ginecológicas (endometriose, miomas uterinos a depender do tamanho e localização, Síndrome dos Ovários Policísticos) e obstrução tubária são fatores de risco. No caso dos homens, a varicocele é uma das principais causas de infertilidade masculina. “No entanto, é bom sempre esclarecer que nem todo indivíduo que tenha algum fator de risco vai ter dificuldade para ter filhos de forma espontânea, cada caso é muito individual”, esclarece Sofia Andrade. “Até o uso de determinados medicamentos pode afetar a condição de fertilidade”, acrescenta.
Se no passado a infertilidade era sempre atribuída à mulher, hoje já está comprovado que a responsabilidade pela gravidez deve ser compartilhada igualmente pelos dois sexos. De acordo com a Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida (SBRA), estima-se que cerca de 35% dos casos de infertilidade podem ser atribuídos à mulher, outros 35% são de responsabilidade do homem, 20% estão relacionados a ambos e 10% são de causas desconhecidas.
“Ter uma alimentação balanceada rica em vitaminas, minerais e antioxidantes, manter uma média de três relações sexuais por semana (sabendo o período fértil da mulher), e praticar atividade física regular são fatores protetivos para a fertilidade”, afirma a médica. “Buscar formas saudáveis para controlar o estresse, como meditação, ioga, atividade ao ar livre e caminhada, e ter um sono de qualidade também são fundamentais para manter a saúde reprodutiva em dia”, explica. “O sono é essencial para manter os hormônios regulados”, finaliza Sofia Andrade.
Confira recomendações para aumentar as chances de uma gravidez espontânea:
Sobre a Huntington Cenafert
Localizada no bairro de Ondina, em Salvador, a Huntington Cenafert é uma clínica especializada em reprodução assistida e tem como missão garantir uma atenção integral e humanizada a pessoas que sonham em ter filhos.
Ao longo de sua atuação, a clínica já contabiliza mais de 3.500 bebês nascidos através das diversas técnicas de reprodução assistida. O laboratório de reprodução assistida da clínica oferece tecnologia de ponta para a realização dos procedimentos com eficácia e segurança. O paciente infértil conta com o suporte de uma equipe médica multidisciplinar, experiente e qualificada, e com serviços que vão desde o atendimento de casos mais simples – solucionados com tratamento de menor complexidade – até aqueles que exigem o emprego de técnicas avançadas no campo da reprodução assistida.
A Huntington Cenafert integra um dos principais grupos de Reprodução Assistida do Brasil.
Mais informações no site https://cenafert.com.br
Crédito da foto: Magnific



