quinta, 21 de maio de 2026
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PROFISSIONAL BAIANA AFIRMA QUE É POSSÍVEL GERENCIAR O ROSTO DURANTE O EMAGRECIMENTO

João - 21/05/2026 11:56

O boom dos medicamentos emagrecedores à base de GLP-1 abriu uma conversa que a medicina estética ainda está aprendendo a ter. Fato é que milhares de brasileiros estão perdendo peso de forma significativa e rápida — e descobrindo, no espelho, um rosto que não reconhecem. O que poucos sabem é que isso pode ser gerenciado. Antes, durante e depois. Quando a perda de peso é acelerada, o rosto perde volume de forma desproporcional. Os compartimentos superficiais de gordura — responsáveis pelo contorno das bochechas, pela sustentação da pele e pelo aspecto descansado da face — esvaziam antes dos profundos.

Nesse contexto, a pele, que precisaria de tempo para se adaptar, recebe o sinal de encolher no exato momento em que sua capacidade de recuperação está comprometida. O resultado é um rosto cansado, encovado, envelhecido — mesmo em quem conquistou o corpo que queria. A Dra. Elisa Marchesini, especialista em comunicação facial e harmonização orofacial com mais de 22 anos de experiência e criadora do Método Faces que Inspiram, acompanha esse processo de uma perspectiva que vai além do procedimento estético.

“O rosto não é só aparência. É a forma mais direta pela qual a identidade se torna presença. Quando ele muda de forma abrupta e sem acompanhamento, a pessoa perde a referência de si mesma — e isso tem um custo real na autoestima, na comunicação e na forma como ela ocupa o mundo”, afirma Elisa.

O Método Faces que Inspiram — desenvolvido ao longo de mais de duas décadas de prática clínica — trabalha o rosto como posicionamento estratégico. A análise não começa pelo procedimento. Começa pela leitura da estrutura facial, do perfil comportamental e da identidade de quem está na cadeira. A partir daí, cada etapa é planejada: qualidade de pele, reestruturação de volume, sustentação tecidual, harmonização dos traços.Aplicado ao contexto dos emagrecedores, esse olhar permite algo que o mercado ainda trata como exceção — o acompanhamento facial desde o início do processo. Não esperar o dano aparecer para então repará-lo. Preparar o rosto para a transformação que o corpo vai atravessar.

“Cada pessoa chega com uma história, uma estrutura e um objetivo diferente. Não existe protocolo único — existe leitura. E quanto mais cedo essa leitura começa, mais o rosto atravessa a mudança com identidade preservada”, avalia. De acordo com Elisa, os procedimentos variam conforme o momento e a necessidade de cada paciente: bioestimuladores de colágeno, preenchimento estratégico por compartimento, toxina botulínica, skinbooster, Ultherapy, pontos de sustentação. O que define a sequência não é a tendência — é a análise individualizada.

Em um cenário onde o uso de GLP-1 cresce sem a mesma velocidade de informação sobre seus efeitos faciais, profissionais que sabem conduzir esse processo com método e profundidade se tornam referência. A Dra. Elisa Marchesini é uma delas — não porque respondeu ao fenômeno, mas porque sua abordagem já contemplava, antes dele existir, exatamente o que ele exige.

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