O Eduardo Bolsonaro teria atuado diretamente na gestão financeira e estratégica do filme Dark Horse, segundo documentos e mensagens divulgados pelo Intercept Brasil.
De acordo com a reportagem, um contrato de produção assinado por Eduardo em janeiro de 2024 aponta a empresa GoUp Entertainment como responsável pelo longa. O documento também cita Eduardo Bolsonaro e o deputado Mário Frias como produtores-executivos da obra.
Segundo o contrato, os produtores participariam de decisões ligadas à captação de recursos, elaboração de estratégias financeiras e busca por investidores e patrocínios para o projeto cinematográfico.
A publicação afirma ainda que mensagens trocadas entre o empresário Thiago Miranda e o banqueiro Daniel Vorcaro indicam que Eduardo Bolsonaro também teria participado de articulações sobre envio de recursos para os Estados Unidos.
Em uma das mensagens divulgadas, atribuída ao parlamentar, há orientações sobre a transferência de valores para financiar o filme no exterior.
As informações contradizem declarações feitas anteriormente por Eduardo Bolsonaro nas redes sociais, quando afirmou que sua participação no projeto teria se limitado à cessão de direitos de imagem.
As defesas de Eduardo Bolsonaro, Flávio Bolsonaro, Jair Bolsonaro e Daniel Vorcaro não haviam se manifestado até a publicação da reportagem.
A reportagem também cita que a produtora GoUp Entertainment possui ligação com integrantes do Instituto Conhecer Brasil, organização investigada pelo Ministério Público em contratos firmados com a Prefeitura de São Paulo.
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